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Imagem ilustrativa, contendo a vista aérea de uma estação do Expresso Tiradentes.

Aquático-SP é apresentado à comunidade Brasil-Japão na Eclusa da Penha

05 de outubro de 2026 - 17h23

Encontro promovido pela Associação Seiwa Yuko Brasil Japão abordou a experiência do transporte hidroviário em São Paulo e a ampliação do modal

A Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) apresentou na quinta-feira (1º), na Eclusa da Penha, a experiência do Aquático-SP e as perspectivas para o desenvolvimento do transporte hidroviário na capital. O encontro foi promovido pela Associação Seiwa Yuko Brasil Japão, que completa 20 anos de atuação em 2026.

Durante o encontro, foram apresentados o histórico de implantação do Aquático-SP, os resultados alcançados desde o início da operação, o número de passageiros transportados e de viagens realizadas, além das características das embarcações utilizadas pelo sistema e dos tempos de percurso. Também foram abordadas as perspectivas de expansão do transporte hidroviário e o planejamento de longo prazo para a utilização das águas da cidade.

Inaugurado em maio de 2024, o Aquático-SP utiliza a Represa Billings para conectar os terminais hidroviários Parque Linear Cantinho do Céu e Parque Mar Paulista Bruno Covas, na Zona Sul. O trajeto de aproximadamente 5,6 quilômetros, que podia levar até 1h20 por vias terrestres, passou a ser realizado em cerca de 17 minutos pelas embarcações.

O Aquático-SP já beneficiou mais de 1,4 milhão de passageiros em cerca de 73 mil viagens desde a sua inauguração.

Expansão do Aquático-SP

A experiência do Aquático-SP na Represa Billings também serviu de referência para os planos de ampliação do transporte hidroviário municipal. Durante o encontro, foram abordadas as iniciativas previstas para ampliar o atendimento na própria Billings, com a implantação de novos pontos de embarque e integração com a rede de transporte coletivo, além dos estudos para levar o serviço à Represa Guarapiranga.

Na Billings, a expansão considera novas estruturas hidroviárias em regiões como Pedreira, Cocaia e Apurá, ampliando as possibilidades de deslocamento pela represa e a integração do modal com os ônibus municipais. Já na Guarapiranga, a Prefeitura desenvolve estudos para avaliar a implantação de novas conexões hidroviárias e a infraestrutura necessária para a operação do serviço.

Assessoria de Imprensa - SPTrans