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- 2008 -Ampliação do horário de utilização cartão Bilhete Único Comum para 3 horas, na realização de 4 viagens. Implantação do Olho Vivo – Sistema de Monitoramento do Transporte -; do Bilhete Único Amigão válido aos domingos e feriados para realizar 4 viagens em 8 horas; e do Binário Pedro de Toledo / Borges Lagoa. Ampliação do Corredor Vereador José Diniz – entre a Av. Vicente Rao e Rua Fraternidade (2 km).
- 2007 - Inaugurado o eixo sudeste do corredor Expresso Tiradentes, que liga o centro da cidade, no Terminal Mercado ao Terminal Sacomã. Junto com o corredor e os terminais, foram entregues as estações Metrô Pedro II, Ana Néri, Clube Atlético Ypiranga e Grito.
- 2006 - Implantada a integração do Bilhete Único com o sistema metroferroviário. Com um desconto na tarifa, o usuário pode fazer três viagens no sistema sobre pneus e mais um embarque no sistema sobre trilhos. Inaugurados dois terminais na zona Leste da cidade: São Miguel e Sapopemba / Teotônio Vilela. Assinado o Termo de Referência para a renovação da frota da cidade. No documento consta que até 2008, todos os ônibus devem ter, no máximo, dez anos de uso.
- 2005 - Inscrições do serviço Atende são reabertas de forma permanente pela primeira vez. Até 2005, os períodos de cadastramento eram delimitados. Também forma implantados nove postos de atendimento, além do aumento de cem carros na sua frota. O Atende é um serviço porta a porta para pessoas com deficiência física que não têm condições de utilizar o sistema de transporte público comum.
- 2004 - Implantação do Bilhete único para estudantes e trabalhadores. Foram construídos quatro corredores de ônibus com faixas exclusivas à esquerda:
Jardim Ângela - Guarapiranga - Santo Amaro; Capelinha - Ibirapuera - Santa Cruz; Parelheiros - Rio Bonito - Santo Amaro; e Campo Limpo - Rebouças - Centro e cinco novos terminais (Grajaú, Guarapiranga, Jardim Britânia, Parelheiros, Varginha).
Outros três corredores foram reformados:
Inajar - Rio Branco - Centro; Santo Amaro - Nove de Julho - Centro; e Itapecerica - João Dias Centro.
- 2003 - 2.978 carros zero quilômetro, entre ônibus, microônibus e miniônibus, começaram a circular nos subsistemas local e estrutural.
Inaugurados o Corredor Pirituba-Lapa-Centro, e os terminais Pirituba, Lapa, Parelheiros e Jardim Ângela e Amaral Gurgel. Esses terminais, mais o Santo Amaro, João
Dias, Bandeira, Capelinha, Cidade Tiradentes passaram a operar com o sistema inteligente.
Realizados os testes do Bilhete único (vale-transporte, escolar e comum) com 500 usuários
para aperfeiçoamento do software.
Realizada a licitação e assinados os contratos com os consórcios e cooperativas que passaram
a operar no novo sistema. Implantação da 1ª etapa do Novo Sistema de Transporte Público do município, o Sistema Interligado.
- 2002 - 1.030 carros zero quilômetro, entre ônibus, microônibus e miniônibus, entraram no sistema. Aprovado o financiamento para implantação dos corredores Pirituba, São João e Guarapiranga, e das primeira e segunda etapas da Linha I do VLP - além de programas para bilhetagem eletrônica, modernização da rede de trólebus e desenvolvimento tecnológico.
- 2001 - 1.617 carros zero quilômetro, entre ônibus, microônibus e miniônibus, entraram no sistema. Implantação da Operação Via Livre - ações operacionais que priorizam o transporte coletivo na cidade.
Início dos testes do Bilhete único / Cartão do Idoso - Especial.
Elaboração do novo regulamento do Atende - serviço porta-a-porta oferecido pela Prefeitura às pessoas portadoras de deficiência física com alto grau de dependência, que não podem utilizar os meios de ransportes comuns adaptados.
Início do processo de renovação da frota municipal.
Revisão do Projeto do VLP - Veículo Leve sobre Pneus e encaminhamento de novo estudo ao BNDES.
Aprovado na Câmara Municipal o Projeto de Lei para imlantação do Novo Sistema de Transporte Coletivo em São Paulo.
- 2000 - Inauguração do Corredor Itapecerica com faixa segregada à esquerda, junto ao
canteiro central, e 11 paradas elevadas.
- 1999 - Aprovada a Lei nº 12.893 (outubro) que prevê a regulamentação de 4.042 lotações para complementar o sistema de transporte coletivo por ônibus.
- 1998 - Criação do Serviço Circular Central que facilita os deslocamentos da população para todas as regiões da cidade com o pagamento de uma única tarifa. Início da construção da primeira linha do VLP - Veículo Leve sobre Pneus, uma modalidade de transporte de média capacidade. Início da implantação da Cobrança Automática de Tarifa com a instalação de validadores eletrônicos nos ônibus urbanos.
- 1997 - Inauguração dos Terminais de Integração Princesa Isabel e Capelinha, o maior da América Latina em área coberta (12.710 m2).
- 1996 - é implementado o Plano de Recuperação do Desempenho Operacional dos Corredores de Transporte Coletivo, que resultou em obras nos corredores Vila Nova Cachoeirinha / Inajar de Souza / Rio Branco; Santo Amaro / 9 de Julho; Celso Garcia, Radial Leste e Anhaia Mello, e nos Terminais Vila Nova Cachoeirinha; João Dias; Bandeira e Parque Dom Pedro II, na área central da cidade; e Terminais Penha e Cidade Tiradentes, na zona Leste.
- 1995 - São Paulo Transporte S.A. - SPTrans é a denominação adotada a 8 de março de 1995 para a empresa que tem por finalidade a gestão do sistema de transporte da cidade. A partir do segundo semestre do ano, é adotada a sistemática de coleta automática de dados operacionais do sistema de transporte urbano por ônibus, a Fiscalização Eletrônica.
- 1994 - O Sistema de Transporte Coletivo por ônibus passa a ser operado por 47 empresas privadas. O processo de definição e consolidação da CMTC como empresa gestora transcorre paralelamente à elaboração de projetos especiais. Dentre esses, destaca-se o Sistema de Corredores de ônibus e Terminais de Integração.
- 1993 - A nova administração assume e encontra a CMTC e o Sistema Municipalizado em condições precárias. Os altos custos gerados neste cenário operacional comprometem investimentos do Poder Público em áreas prioritárias, como educação, saúde e habitação,
entre outras. A Prefeitura adota medidas saneadoras para viabilizar o sistema. O número de passageiros transportados volta a ter um peso significativo na remuneração das empresas contratadas e a primeira fase de privatização das áreas de operação e manutenção da CMTC é iniciada. Através de três processos de licitação são transferidas a operação de garagens e frota pública.
- 1991 - Em 1 de janeiro é assinada a Lei Municipal número 10.950 que determina a total substituição, no prazo de dez anos, da frota de ônibus urbanos movidos a diesel por ônibus a gás natural. Em abril, operam 19 empresas de ônibus de acordo com os regulamentos da Municipalização. Em junho, tem início a operação da primeira linha - 805A-Circular Avenidas - com entrada pela porta dianteira.
Em 25 de julho, após aprovação pela Câmara Municipal, é assinada a lei número 11.037 que oficializa a Municipalização dos transportes coletivos por ônibus. A lei determina licitações para cobrir 42 lotes de áreas de operação, substituindo as 23 áreas exclusivas de operação de ônibus.
- 1985 - Criação do Museu da CMTC - Gaetano Ferolla. O Museu possui um acervo de 350 peças, entre bondes, trólebus etc.
- 1984 - Entra em funcionamento a primeira linha operada a gás metano, Ceasa-Lapa, da CMTC.
- 1983 - Tem início a integração ônibus-ferrovia, entre a linha Pinheiros-Largo São Francisco, da CMTC, e os trens metropolitanos da Fepasa.
- 1980 - A CMTC implanta o sistema de transferência ônibus-troleibus, construindo os terminais da Penha e Vila Prudente.
- 1977 - Através de um decreto municipal, a cidade de São Paulo é dividida em 23 áreas de operação atendidas por empresas particulares de ônibus contratadas pela CMTC. As linhas circulares e diametrais passam a ser exclusividade da CMTC.
- 1975 - A CMTC opera apenas 14% da frota. O metrô começa a ser operado na cidade.
- 1968 - Desativação do sistema de bondes. As empresas particulares aumentam
gradativamente sua participação na operação de linhas de ônibus.
Criação da SMT - Secretaria Municipal dos Transportes.
- 1958 - A CMTC, Villares e Massari fabricam os primeiros troleibus brasileiros.
- 1956 - Reformas dos bondes Centex: as portas do lado esquerdo são transferidas para o lado direito.
- 1955 - suas operações. Este bonde foi construído em 75 dias - O novo bonde fechado inicia
nas oficinas da CMTC com peças nacionais, a um custo três vezes inferior ao importado.
- 1954 - Noventa por cento da frota é operada pela CMTC. Nos anos 50, a empresa vai desenvolver um complexo industrial próprio para reforma e encarroçamento de ônibus e bondes.
- 1953 - Tem início a operação de linhas de bondes setoriais. Com itinerários que não cruzam
o centro da cidade.
- 1950 - A CMTC importa 200 ônibus Twin Coach, hidramáticos. A adaptação destes veículos
às condições de tráfego da cidade exigiu dois anos de estudos técnicos.
- 1949 - A CMTC implanta o sistema de troleibus com 30 veículos importados dos EUA e Inglaterra, colocando em funcionamento a linha Largo São Bento-Aclimação. Procede a
reforma do acervo herdado da São Paulo Tramway Light and Power Company Limited.
- 1947 - Em 12 de março, a prefeitura transfere o patrimônio da São Paulo Tramway Light and Power Company Limited referente a transportes coletivos para a CMTC. Em 14 de março, é constituída a primeira diretoria da Companhia: Aldo Maria Azevedo, presidente; Guilherme Winter, vice; Lúcio Miranha, tesoureiro; Eurico Sodré, secretário. Em 18 de junho, a CMTC é autorizada a funcionar pelo Decreto-Lei 987 do prefeito Christiano Stokler das Neves. Em 1 de julho, o patrimônio da São Paulo Tramway Light and Power Company Limited é oficialmente transferido para a CMTC que inicia as operações.
- 1946 - O prefeito Abrahão Ribeiro autoriza, através do Decreto-Lei Municipal número 365 de
10 de outubro, a constituição de uma empresa para prestar serviço de transportes coletivos
por 30 anos a Companhia Municipal de Transportes Coletivos.
- 1941 - O governo federal prorroga compulsoriamente a concessão da São Paulo Tramway
Light and Power Company Limited para gerir os transportes públicos.
- 1939 - O prefeito Prestes Maia cria a CETS - Comissão de Estudos de Transportes Coletivos
do Município de São Paulo. Sua principal função é elaborar um programa para a administração municipal assumir o controle dos transportes públicos da Capital.
- 1937 - A Prefeitura recebe da São Paulo Tramway Light and Power Company Limited documento em que a empresa informa não estar mais interessada nos serviços de transporte
a partir de 1941, data do término de sua concessão iniciada em 1897.
- 1926 - A São Paulo Tramway Light and Power Company Limited importa 50 ônibus Yellow Coach que circulam até 1932. A empresa apresenta um plano de integração dos transportes urbanos, incluindo um sistema metroviário. O plano não é aceito pela Prefeitura.
- 1925 - Surgem as linhas de ônibus circulares com veículos importados da Europa.
- 1906 - O prefeito Antônio Prado, através da lei no. 927, autoriza o serviço de carros de
aluguel.
- 1901 - Por 16% de seu valor, o acervo das empresas Carris e Companhia Viação Paulista é adquirido pela São Paulo Tramway Light and Power Company Limited, em leilão.
- 1900 - A São Paulo Tramway Light and Power Company Limited (antiga Light) inaugura o sistema de bondes elétricos em São Paulo, em sete de maio, e compra a Companhia Carris
de Ferro de São Paulo.
- 1899 - Em sete de abril, investidores canadenses fundam no Canadá a The São Paulo Railway, Light & Power Company Ltd. Em 17 de junho a empresa consegue autorização para atuar no Brasil. Em cinco de julho, Francisco Antônio Gualco e Comendador Souza, acompanhados por engenheiros da Light, assinam contrato com a Prefeitura para construir a linha ligando o Centro à Penha. Em 28 de dezembro, transferem para a Light suas concessões obtidas junto à Prefeitura.
- 1897 - Em 15 de junho, Francisco Antônio Gualco e o Comendador Souza conseguem obter da Câmara Municipal a concessão de operação dos serviços por 40 anos. Pelo acordo, devem construir em dois anos uma linha de ligação do Centro da cidade com o bairro da Penha. Sem obter recursos, Guacho retorna ao Canadá onde consegue despertar o interesse de investidores canadenses pelo projeto.
- 1896 - Francisco Antônio Gualco, residente em Montreal (Canadá), chega a São Paulo e inicia entendimentos com o Comendador Antônio Augusto de Souza para formar uma empresa para
a exploração de serviço de transporte por eletricidade.
- 1893 - Em 23 de outubro é regulamentada a emissão de passes pelo poder público, pondo fim aos passes diferentes emitidos pelas empresas Carris e Companhia Viação Paulista.
- 1889 - Fundação da Companhia Viação Paulista.
- 1880 - é construída a linha de bondes com início na rua da Liberdade, ligando a Capital à Vila de Santo Amaro.
- 1872 - Início da operação dos bondes com tração animal.
- 1871 - Fundação da Companhia Carris de São Paulo.
- 1865 - é regulamentado, em São Paulo, o serviço de tílburis - carros de duas rodas puxados por um cavalo.
- 1859 - Em janeiro é iniciada a operação de bondes puxados por burros no Rio de Janeiro, inaugurada por D. Pedro II. Começa a funcionar a Companhia de Carris de Ferro da Tijuca.
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