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Museu do transporte

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Museu Ver conteúdo

O museu guarda relíquias, como o primeiro bonde a circular no Brasil - no Rio de Janeiro, em 1859, e em São Paulo, em 1872 - até o primeiro trólebus de fabricação nacional, produzido em 1960.

Integram o acervo da instituição sete veículos, cerca de 1.500 fotos e 1.500 livros, além de móveis, objetos e documentos sobre a evolução do transporte urbano.

Fundado por iniciativa do ex-funcionário da CMTC, Gaetano Ferolla, e enriquecido por doações de colecionadores e instituições, o museu foi inaugurado em 1985 e atualmente é mantido e administrado pela SPTrans.

No museu, a romântica imagem da cidade de São Paulo do século XIX, com seus bondes abertos puxados por animais, continua preservada.

No jardim que recebe visitantes, bancos e luminárias retratam a década de 20. Lá está instalado um bonde de areia, cuja função era espalhar areia nos trilhos para evitar derrapagens dos veículos que carregavam passageiros.

Introducao Ver conteúdo

A história dos transportes coletivos em São Paulo tem registro a partir de 1865. Naquela época, eram poucos os bairros e a concentração populacional estava nas ruas Direita, do Rosário e São Bento, local onde residiam as famílias de posse. Os bairros como Brás, Santo Amaro e Penha estavam começando e para chegar até eles era preciso alugar um carro de boi. Não existia tabela ou cálculo para estabelecer os preços das viagens. Mas em agosto daquele ano, um italiano, Donato Severino, publicou em jornal, uma tabela de preços para carros de aluguel, estabelecendo valor por hora ou para locais conhecidos. Começava, então, o transporte público tabelado.

1865 - Passado Ver conteúdo

1865 - Regulamentação dos Serviços de Tílburis.
1871 - Fundação da Companhia de São Paulo.
1872 - Início da operação dos bondes com tração animal.
1880 - Foi construída a linha de bondes com início na rua da Liberdade, ligando a Capital à Vila de Santo Amaro.
Com o passar do tempo o serviço de transporte ganhou notoriedade e passou a ser considerado cada vez mais necessário.

Em 1889, foi fundada a Companhia Viação Paulista. A ligação com os bairros novos, a disponibilidade de carros nas estações de trem e o serviço especial para teatro, festas e eventos, preenchiam as necessidades da população. A ampliação dos serviços exigiu outras providências e em 1893, foi regulamentada a emissão de passes pelo poder público, unificando os passes utilizados pela Companhia Carris e Viação Paulista.

1896 - Progresso Ver conteúdo

1896 - Antônio Guacho, vindo do Canadá e o Comendador Antônio Augusto de Souza iniciaram entendimentos para formar uma empresa para a exploração do serviço de transporte por eletricidade.

1897 - A Câmara Municipal liberou a concessão de operação dos serviços por 40 anos. Pelo acordo, Antônio Guacho e o Comendador deveriam construir em dois anos a ligação Centro da cidade/bairro da Penha. Guacho retornou ao Canadá e conseguiu investidores para o projeto.

1899 - Os investidores fundaram, no Canadá, a The São Paulo Railway, Light & Power Company Ltda. No mesmo ano, a empresa conseguiu autorização para atuar no Brasil.

A cidade ganhou a primeira linha de bonde elétrico em 1890. Ela partia do Largo São Bento, seguia pelas ruas Líbero Badaró e São João em direção à Barra Funda, operada pela Companhia Carris de Ferro de São Paulo, inaugurada pela Light . Depois, em leilão, as empresas Carris e Viação Paulista passaram para a Light.
A capital ganhou destaque de centro urbano e, em 1926, 50 ônibus YellowCoach importados da Europa operavam as linhas circulares até 1932. A Light apresentou um plano de integração dos transportes incluindo um sistema metroviário, mas a Prefeitura não aceitou e a concessão terminou em 1941

1939 - Nova fase Ver conteúdo

1939 - O Prefeito Prestes Maia criou a CETS Comissão de Estudos de Transportes Coletivos do Município de São Paulo, com o objetivo de elaborar um programa para a administração municipal assumir o controle dos transportes públicos.

1941 - O governo federal prorroga compulsoriamente a concessão da Light para gerir os transportes públicos.

1946 - O Prefeito Abrahão Ribeiro, por meio do Decreto Lei no. 365 de 10 de outubro, determinou a constituição de uma empresa para prestar serviço de transportes coletivos por 30 anos - a Companhia Municipal de Transportes Coletivos.

São Paulo cresceu em importância e interesse comercial e, em 1947, os bondes ainda eram responsáveis pelo transporte de 65% da população; os outros 35% ficam para os ônibus. A CMTC recebeu o patrimônio da Light relativo ao transporte coletivo e assumiu a frota de todas as 37 empresas particulares existentes e de suas 90 linhas municipais de ônibus. Mas muitos carros não tinham condições de circular e a situação se complicou ainda mais quando, um mês depois, a Companhia aumentou o valor das tarifas. A população se revoltou, alguns bondes e ônibus foram quebrados e a sigla CMTC era conhecida como "Custa Mais Trinta Centavos". Durante anos, várias tentativas foram implantadas para sanar as falhas, mas muitas não deram o resultado esperado.

1949 - inovações tecnológicas Ver conteúdo

1949 - A CMTC implantou o sistema Trólebus, com 30 veículos importados dos EUA e Inglaterra. Teve início a reforma dos carros da antiga Light.

1950 - Chegaram 200 ônibus Twin Coach, hidramáticos. Foram necessários dois anos de estudos técnicos para a adaptação destes veículos às condições de tráfego da cidade.

1954 - Noventa por cento da frota é operada pela CMTC. Nos anos 50, o complexo industrial da empresa realizava reforma e encarroçamento de ônibus e bondes.

A CMTC ganhou destaque e foi conhecida como uma das maiores empresas de ônibus municipais do mundo. Para suprir a falta de tecnologia no setor, a empresa utilizava suas oficinas, com o objetivo de, em 75 dias, construir um bonde fechado. As peças eram todas nacionais e o custo três vezes inferior ao das peças importadas. Em 1958 a CMTC autoriza o serviço de companhias particulares de ônibus e, em conjunto com a Villares e Massari, fabrica os primeiros Trólebus brasileiros. Como o sistema de bondes não atendia mais às necessidades dos paulistanos, foi desativado em 1968. No início da década seguinte, foi criada a Secretaria Municipal de Transportes e a CMTC passou por dificuldades administrativas. As empresas particulares aumentaram suas frotas e a CMTC ficou encarregada da operação de apenas 14% da frota da cidade.

1975 - Serviços operacionais Ver conteúdo

1975 - O metrô começou a operar na cidade.

1977 - Por meio de Decreto Municipal, a Capital foi dividida em 23 áreas atendidas por empresas contratadas pela CMTC, que operava as linhas circulares e intersetoriais.

1980 - Foram construídos os terminais da Penha e Vila Prudente, dando início ao sistema de transferência com Trólebus pela CMTC.

1983 - Começou a integração ônibus-ferrovia, entre os ônibus da CMTC e os trens metropolitanos da Fepasa.

1984 - Entrou em funcionamento a primeira linha operada a Gás Metano (linha CEASA-Lapa).

Para preservar a história do transporte coletivo e construir o passado com documentos, peças, bondes e ônibus, em Março de 1985, a CMTC inaugurou o primeiro Museu dos Transportes Públicos de São Paulo. O projeto foi idealizado pelo funcionário Gaetano Ferolla, que durante anos guardou em sua sala e nas oficinas da empresa, parte do acervo exposto. Muitas peças e veículos foram restaurados sob orientação do Sr. Ferolla, que desde a fundação gerenciou o Museu. Tanta dedicação foi reconhecida em Setembro de 1991, quando, um ano depois de sua morte, o local mudou de nome e passou a ser: Museu dos Transportes Públicos Gaetano Ferolla.

1989 - Novos rumos Ver conteúdo

1989 - A Prefeitura iniciou os estudos do Projeto de Municipalização dos transportes coletivos.

1990 - A CMTC começou os testes com as primeiras empresas municipalizadas.

1991 - Em 25 de julho foi assinada a Lei nº 11.037, que oficializa a Municipalização dos transportes coletivos por ônibus. Foi aberta uma licitação para 42 lotes operacionais.

Além de provocar fortes alterações no transporte coletivo oferecido à população, a CMTC deu um salto na qualificação de seus profissionais. A empresa construiu o Centro de Treinamento e Desenvolvimento em Transportes do Município de São Paulo. No dia do aniversário da cidade - em 25 de janeiro de 1992, a população ganhou mil novos ônibus e a frota chegou a 9.100 veículos. E mais: meses depois, o sistema tinha 9.874 veículos e desses, 2.881 eram da CMTC. Começaram a circular onze linhas de ônibus para pessoas portadoras de necessidades especiais com frota de 21 veículos e, em agosto, entrou em operação o primeiro posto de abastecimento a gás natural exclusivo para ônibus. Eram 70 veículos a gás natural em cinco linhas.

1993 - Gestão do sistema Ver conteúdo

No fim de 1992, a CMTC era responsável pela operação de 27% do serviço de transporte de passageiros; o restante era atendido por empresas contratadas. Pesquisas apresentavam resultados positivos na imagem da empresa pública. Usuários habituais e população em geral atribuíram índices jamais alcançados, na pesquisa de Imagem dos Transportes na Região Metropolitana, realizada desde 1985, pela ANTP - Associação Nacional dos Transportes Públicos.

Em 1993, foi revelado que a máquina administrativa estava onerosa. Eram computados 10,31 funcionários para cada ônibus em operação, o dobro das empresas contratadas. Dificuldades financeiras levavam à baixa produtividade, à falta de recursos tecnológicos, principalmente na área de informática e até a problemas operacionais. Além da necessidade de aporte financeiro para garantir a manutenção da CMTC operadora, o Sistema também exigia subsídios cada vez mais altos dos cofres públicos.

1993 - Início da Privatização da CMTC. Transferência de garagens e da frota.

1994 - O sistema passou para 47 empresas privadas.

A SPTrans foi criada em 8 de março de 1995, em substituição à antiga CMTC. A empresa assumiu o planejamento e a programação de linhas e frota, fiscalização, arrecadação, contratação e remuneração das empresas operadoras. Respondeu, também, pela vistoria e fiscalização da frota de táxi, transporte escolar, carga e frete e moto-frete do município, além de atuar no desenvolvimento tecnológico com estudos e pesquisas sobre novas modalidades de transporte, adaptação de combustíveis não poluentes e outros mecanismos para melhorar a qualidade de vida dos usuários.

1995 - Criação da SPTrans Ver conteúdo

Para saber mais sobre a história da SPTrans até os dias de hoje, clique aqui.

Salões Ver conteúdo

BONDE DE TRAÇÃO ANIMAL

O primeiro a chegar ao Brasil circulou em São Paulo de 1872 a 1900. Era movido a burros e não tinha portas.
A visita ao Museu começa no salão de viaturas, onde estão os bondes, ônibus e trólebus:

A galeria exibe cerca de 80 fotografias e cartazes publicitários, selecionados para ilustrar as diversas épocas reconstituídas e documentadas no acervo.

No salão de móveis foram colocadas as primeiras carteiras de habilitação da história, que autorizavam cocheiros, barqueiros, motorneiros e, finalmente, motoristas a guiar os vários tipos de veículo. O local expõe ainda passes e carteiras funcionais.

Uma heliográfica de 1954 e uma autenticadora de cheques de 1947 podem ser vistas no Salão de Instrumentos e Documentos, entre diversas outras máquinas antigas, além de filmes de época em 16 mm, um projetor e uma maquete da sede da CMTC.

Máquina selecionadora e contador de moedas.

Visitas Ver conteúdo

O museu funciona de terça a domingo, das 9h às 17h.
Agendamento de visitas monitoradas para escolas pelo telefone: (11) 3315-8884.
ENTRADA FRANCA.

Localização Ver conteúdo
Mapa de localização

Av. Cruzeiro do Sul, 780 - Canindé - SP.
Próximo à estação Armênia do Metrô.

Para obter informações sobre as linhas de ônibus que chegam ao local, ligue para 156.