| Edições anteriores | dicas e sugestões |

Departamento de Imprensa                                                   28, 29,30 e 31/10/05
Edição de 28, 29, 30 e 31.10.05 - sex/sáb/dom/seg * O DEPARTAMENTO DE IMPRENSA AGRADECE SUA VISITA
 

Bom dia!
Pressione a tecla F5 para atualizar

Atualizado às 8h


 
Transporte
 

1ª Edição
sábado
- Maior parte dos painéis eletrônicos nos pontos de ônibus não funciona - Folha de S. Paulo
- BNDES e fundos já preparam venda da Brasil Ferrovias - Folha de S. Paulo
- Alckmin "apaga" metrô rejeitado por vizinho - Folha de S. Paulo
- Festa no Metrô. Surge um túnel no fim do túnel - Jornal da Tarde
- Metrô instala novas grades para filas na estação Sé - Diário de S. Paulo
- Taxistas vão trocar o carro a cada dois anos sem imposto - Diário de S. Paulo

Menu


 
- Maior parte dos painéis eletrônicos nos pontos de ônibus não funciona -

sábado, 29 de outubro de 2005

Folha de S. Paulo

Maior parte dos painéis eletrônicos nos pontos de ônibus não funciona

TRANSPORTE

Não há informações sobre tempo de espera

AFRA BALAZINA - DA REPORTAGEM LOCAL

A grande maioria dos 120 painéis eletrônicos que deveria informar aos passageiros paulistanos em quanto tempo seu ônibus chegará ainda não está funcionando adequadamente.

Hoje, eles informam apenas a hora certa e dão dicas aos passageiros sobre como atravessar a rua e como utilizar o bilhete único. Apenas no corredor Pirituba/ São João os painéis são utilizados para a sua real finalidade.

A implementação ocorreu na gestão da prefeita Marta Suplicy (PT) e, desde então, nenhum outro corredor chegou a oferecer o serviço de informação ao usuário.

"Eu não sei que ônibus passam por aqui. É a primeira vez que venho para este ponto. Já li o painel para ver se existe alguma informação, mas não achei nada", disse o vendedor Adelino Dias Assis, 35, no ponto Getúlio Vargas da avenida 9 de Julho.

Na opinião do estudante Rodrigo Gabrinha, que aguardava ônibus na praça 14 Bis, "infelizmente" é normal a prefeitura demorar para colocar seus equipamentos em uso. "Acho que os painéis seriam úteis. Mas também não são imprescindíveis", disse.

O painel eletrônico instalado no local continha a informação "sistema em teste". Dos 17 painéis vistos pela reportagem em diferentes corredores da cidade, três estavam desligados (na avenida Rebouças) e 13 não apresentavam informações sobre os ônibus que passam no local e seus horários (na avenida 9 de Julho). Somente um, na avenida São João, informava alguns ônibus que chegariam e quantos minutos levariam.

"Eu uso sempre [o painel] porque meu ônibus costuma demorar. Assim, eu tenho noção de quanto tempo irei esperar", afirma a supervisora de vendas Priscila Freitas Angelo, 28, que pega ônibus todos os dias da avenida São João para a Vila Anastácio.

Funcionamento

O monitoramento da frota é feito a partir da emissão automática pelos computadores de bordo dos ônibus de dados como prefixo, linha, sentido, velocidade e posição exata de cada veículo, parado ou em movimentação, a cada 60 segundos. As informações são captadas por satélite e redirecionadas para centrais de operação.

OUTRO LADO

Prefeitura não tem o valor do custo de implantação

DA REPORTAGEM LOCAL

A Prefeitura de São Paulo não soube informar o custo de implantação dos painéis eletrônicos. Também não disse qual é a previsão para iniciar o funcionamento de todos os equipamentos.

Segundo a Secretaria dos Transportes, a gestão passada começou o projeto de monitoramento, mas não o concluiu. Até agora, 700 ônibus estão sendo monitorados -no corredor Pirituba/São João. A prefeitura diz que, até o final de novembro, um total de 1.600 ônibus dessa área da cidade estarão inseridos ao novo sistema. O custo para equipar a frota toda seria de R$ 18,8 milhões.

Para o ex-secretário dos Transportes, Jilmar Tatto, houve incompetência da gestão atual. (AB)


Transporte - Menu


 
- BNDES e fundos já preparam venda da Brasil Ferrovias -

sábado, 29 de outubro de 2005

Folha de S. Paulo

BNDES e fundos já preparam venda da Brasil Ferrovias

INFRA-ESTRUTURA

Após terem injetado R$ 1,1 bi na companhia há menos de seis meses, sócios vão se desfazer do investimento

PEDRO SOARES - DA SUCURSAL DO RIO

Menos de seis meses depois de terem colocado R$ 1,1 bilhão na reestruturação da Brasil Ferrovias, os fundos de pensão de estatais Previ (Banco do Brasil) e Funcef (Caixa Econômica Federal) e o BNDES iniciaram o processo de venda da companhia -que já despertou o interesse de grupos em operá-la.

Segundo Guilherme Lacerda, presidente da Funcef e do Conselho de Administração da Brasil Ferrovias, operadoras logísticas como a Vale do Rio Doce, a MRS e a ALL já manifestaram a disposição de adquirir parte da empresa depois do início do processo de reestruturação, em maio deste ano. A trading japonesa Mitsubishi também é outra candidata.

Lacerda disse que a venda será feita em "bloco" com o BNDES. O diretor da área financeira e da BNDESPar, Carlos Kawall, disse, porém, que "não há previsão" de vender a participação do banco na Brasil Ferrovias, embora a "lógica" seja se desfazer do investimento quando for oportuno.

Para buscar um sócio ou um comprador para a ferrovia, os fundos contrataram a Angra Partners, autora do modelo de reestruturação da companhia e gestora das participações dos fundos na Brasil Telecom. O executivo disse que a Angra levou vantagem na contratação, pois já conhecia a empresa e ofereceu a melhor proposta financeira. Ele não revelou os valores.

Em maio, após quase dois anos de negociação, o BNDES entrou com R$ 385 milhões em dinheiro novo e converteu dívidas de R$ 265 milhões em ações da companhia. Os fundos (Previ e Funcef), por sua vez, fizeram um aporte de R$ 375 milhões e converteram outros R$ 115 milhões em dívidas.

Com a operação, o banco estatal passou a deter 43,6% da Nova Brasil Ferrovias, holding criada para agrupar as controladas Ferronorte e Ferroban, as mais rentáveis da antiga Brasil Ferrovias por ligarem a produção de grãos do Centro-Oeste ao porto de Santos. Aos fundos, coube uma participação de 50%. O BNDES não entrou no capital da Novoeste, que continuou com os fundos e os sócios privados -JP Morgan, Itamaraty e Laif, que, por sua vez, não aportaram recursos na reestruturação e tiveram suas participações diluídas na Nova Brasil Ferrovias.

Na época, o negócio soou no mercado, na prática, quase como uma reestatização da companhia, que herdou a malha da Fepasa. A Ferronorte nasceu privada.

Lacerda disse que os fundos não definiram se venderão a totalidade de suas ações ou apenas uma parte. "A operação vai ser em bloco [com o BNDES], mas não quer dizer que vamos vender tudo."

Indagado se não seria um mau negócio se desfazer da empresa depois de todo o investimento em sua reestruturação, Lacerda afirmou que ficaria "mais caro" deixar a empresa falir e devolver as concessões do que aportar novos recursos e converter dívidas. Ele revelou também que o objetivo é entregar a operação da ferrovia a outro operador. "Em 2003, a empresa estava à beira da falência, mas conseguimos tirar a noiva da UTI e estamos buscando sócios-operadores", disse o executivo, que ressaltou o potencial da empresa, que deve sair do vermelho já em 2006.

Segundo ele, o novo sócio ajudaria a bancar investimentos necessários na malha e na expansão da ferrovia, como a ampliação de 262 km da Ferronorte entre Alto Araguaia (MT) e Rondonópolis (MT). Já em execução, o projeto é orçado em R$ 600 milhões.


Transporte - Menu


 
- Alckmin "apaga" metrô rejeitado por vizinho -

sábado, 29 de outubro de 2005

Folha de S. Paulo

Alckmin "apaga" metrô rejeitado por vizinho

TRANSPORTE

Estado elimina estação Três Poderes e antecipa Vila Sônia na segunda fase da linha 4; alguns moradores temiam camelôs

Flávio Florido/Folha Imagem

Local onde seria a estação Três Poderes (zona oeste), prevista para receber 50 mil passageiros/dia

ALENCAR IZIDORO - DA REPORTAGEM LOCAL

Em meio à pressão de alguns moradores de classe média alta, a administração Geraldo Alckmin (PSDB) desistiu de construir uma estação do Metrô prevista há praticamente dez anos no projeto da linha 4-amarela (Luz-Vila Sônia).

O Estado afirma que a queixa da população foi somente uma das razões que pesaram para a decisão -mas não a determinante.

Diferentemente da maioria dos paulistanos, que reivindicam mais transporte coletivo perto de casa, parte da vizinhança de bairros residenciais como Instituto Previdência, Jardim Christie e Guedala, na zona oeste de São Paulo, avaliava que a estação Três Poderes, integrada a um terminal de ônibus, poderia causar alguns transtornos e descaracterizar a região -com a presença intensa de camelôs e tráfego de coletivos.

Inserida nos mapas da rede divulgados ao longo dos últimos anos e prevista originalmente para receber 50 mil passageiros por dia, ela foi excluída da segunda fase da linha 4 ao mesmo tempo em que houve a decisão de antecipar a obra da estação Vila Sônia.

A alteração de planos foi formalizada há um mês, sem alarde. Na avaliação da gestão tucana, a nova estação, programada para ser entregue até 2012, terá melhor função social -já que concentrará um grande terminal de ônibus e se tornará a mais movimentada da linha 4, com 150 mil usuários. Pelos projetos originais, ela só sairia do papel numa terceira fase.

Por outro lado, a exclusão da estação Três Poderes, na esquina da av. Prof. Francisco Morato com a Três Poderes, vai abrir um "buraco" de 2,4 km entre as paradas Butantã e Morumbi, a maior distância entre estações da linha 4.

Os técnicos do Metrô geralmente planejam uma distância de 1 km entre cada parada dos trens.

A linha 4 será integrada às linhas 1-azul (Norte/ Sul), na Luz, 3-vermelha (Leste/ Oeste), na República, e 2-verde, na Paulista, além da linha C da CPTM.

A primeira fase das obras deve ser concluída no final de 2008, época programada para entrarem em funcionamento as estações Luz, República, Paulista, Faria Lima, Pinheiros e Butantã. Com 12,8 km, elas devem receber mais de 700 mil passageiros por dia.

A linha terá sua operação concedida à iniciativa privada e, na segunda fase, está prevista a entrega das estações Higienópolis, Oscar Freire, Fradique Coutinho, além de Morumbi e Vila Sônia -antes seria a Três Poderes.

No local desta última, atualmente há tapumes do Metrô, mas para a instalação de um túnel de ventilação da linha sobre trilhos.

Ismael Molina, gerente de Planejamento de Transporte Metropolitano do Metrô, atribui as mudanças no sistema de ônibus da prefeitura como um dos fatores para a exclusão da Três Poderes.

Com a proposta de fazer um terminal de coletivos na Vila Sônia, estudos avaliaram que uma estação ali beneficiaria mais gente.

O custo inicial também será maior, porém a administração tucana diz não ter ainda detalhes.

Sobre as reclamações de alguns moradores contra a estação Três Poderes acompanhada de um terminal que levaria até 80 ônibus por hora ao local, Molina afirma não ter sido algo inédito -houve reação semelhante com a estação Jardim São Paulo, da linha 1.

"Não vou dizer que não pesou, mas não foi decisivo. A gente pesa, ouve a população, mas tem uma responsabilidade técnica a ser preservada. Não iria inviabilizar uma estação só por conta disso. Todos os fatores somaram."

O Metrô, enquanto isso, já começa a receber reclamações de outros moradores insatisfeitos com a exclusão da Três Poderes.

Segundo Molina, a distância de quem mora lá até a estação Butantã ou Morumbi será de até 1,2 km -e quem morar a mais de 600 metros, em vez de ir a pé, deverá optar por integração com ônibus.

"Com estações mais próximas, há um atendimento muito melhor. Mas tem um custo operacional [para manter]", diz Molina.

Segundo ele, a retirada dos ônibus integrados à Três Poderes -algo que já agradaria a vizinhança insatisfeita- tornaria a estação do Metrô muita vazia, com menos de 6.000 passageiros a por dia. A estação Sumaré, do ramal Paulista, recebe quase 8.000.

O gerente do Metrô afirma que a obra da linha 4 está sendo feita de forma que, no futuro, se algum governo quiser construir a Três Poderes, será possível. "Ela não ficará inviabilizada", acrescenta.

TRANSPORTE

Professor se diz frustrado com medida, mas arquiteta temia transtorno e afirma que região não precisava de metrô

Retirada de estação divide os moradores

DA REPORTAGEM LOCAL

As reclamações contra a estação Três Poderes da linha 4 do Metrô, acompanhada de um terminal de ônibus, estão longe de ser uma unanimidade nas imediações. Pelo contrário, muita gente se diz frustrada com a exclusão dela.

"Eu estava bem ansioso, na minha rua todo mundo queria. É uma pena, já estava esperando fazia um tempão", afirmou Fong Chien, 73, professor de pintura que pretendia usar a linha para se deslocar à casa de seus alunos.

"Até gosto de andar, mas eu tenho certa idade, não dá para ir a pé até a próxima estação", diz ele, em referência à distância de até 1,2 km que enfrentará para chegar às paradas Butantã ou Morumbi.

A arquiteta Nancy Miyahara, que participava da Associação dos Moradores do Jardim Christie, afirma que havia morador querendo sair do bairro por causa da estação Três Poderes. Segundo ela, se não houvesse a integração com os ônibus, não haveria tanto problema. Mas, sem isso, a demanda no local cairia demais.

"É uma região que não precisa tanto. As outras estações não ficarão tão distantes", opina.

"É um bairro bem residencial, poderia trazer muito movimento, viriam camelôs, além da quantidade de ônibus. É um transtorno. Tinha um pessoal que já queria fechar as ruas", acrescenta.

O professor aposentado Eduardo Vitale, 79, se diz indeciso sobre os efeitos da estação Três Poderes. "Teve uma discussão muito forte. De um lado, tem a questão do trânsito, de atrair bandido e marreteiro. De outro, dizem que pode valorizar e é uma facilidade. Eu fico na dúvida [se as vantagens seriam maiores que as desvantagens]", afirma ele.

José Sérgio Toledo Cruz, diretor-superintendente da distrital Butantã da Associação Comercial de São Paulo, chegou a promover debates sobre a obra, mas avalia que a maioria dos vizinhos preferia a construção da estação.

Mesmo assim, ele afirma não ter ouvido nenhuma reclamação de comerciantes depois que eles foram informados, há dois meses, da exclusão da Três Poderes.

Entre os pólos geradores de tráfego próximos dela está a faculdade do grupo FMU/FIAM -cujos estudantes seriam usuários.

Para Jaime Waisman, professor da USP (Universidade de São Paulo), a resistência de moradores à presença do transporte coletivo perto de casa reflete um preconceito prejudicial à sociedade.

Em grandes metrópoles desenvolvidas, ricos também andam de metrô e ônibus. "Aqui há uma visão de que principalmente os ônibus são coisa de pobre. É algo preocupante." (ALENCAR IZIDORO)

 

PRÓ-METRÔ
"Estava bem ansioso, na minha rua todo mundo queria. É uma pena. Até gosto de andar, mas eu tenho certa idade, não dá para ir a pé até a próxima estação"
FONG CHIEN, 73 - professor de pintura

ANTI METRÔ
"É um bairro bem residencial, poderia trazer muito movimento, viriam camelôs, além da quantidade de ônibus. Tinha um pessoal que já queria fechar as ruas"
NANCY MIYAHARA - arquiteta e integrante da Associação dos Moradores do Jardim Christie

 

Substituta, Vila Sônia será a maior parada da linha

DA REPORTAGEM LOCAL

A estação da Vila Sônia será a mais movimentada da linha 4, com 150 mil passageiros por dia, contra 140 mil da Paulista e 103 mil da Luz e da República, segundo dados do Metrô.

Ismael Molina, gerente de Planejamento de Transporte Metropolitano do Metrô, diz que essa demanda será grande principalmente por causa da construção de um terminal integrado aos ônibus municipais e intermunicipais, vindos da rodovia Raposo Tavares e da região de Taboão da Serra.

Com isso, um dos dois terminais planejados na estação Morumbi, ao lado do shopping Butantã, não sairá do papel.

Na Vila Sônia, a estação ficará ao lado do pátio de trens, que já era programado na primeira etapa da obra. O custo total dos 12,8 km nessa fase é estimado em mais de R$ 3 bilhões.

Molina diz que os técnicos estudaram a possibilidade de antecipar essa parada, excluindo a Três Poderes, depois que a prefeitura manifestou a intenção de fazer um terminal.

A alteração de planos foi formalizada apenas há um mês. O Metrô divulgava ainda no primeiro semestre deste ano mapas à população incluindo a estação Três Poderes. (AI)


Transporte - Menu


 
- Festa no Metrô. Surge um túnel no fim do túnel -

sábado, 29 de outubro de 2005

Jornal da Tarde

Festa no Metrô. Surge um túnel no fim do túnel

GILBERTO AMENDOLA

Foi de emoção o clima ontem, quando veio abaixo a parede que separava as passagens entre as estações Ana Rosa e Chácara Klabin, em obras há 18 meses. Até Santa Bárbara abençoou a ampliação da Linha 2 (Verde).

Santa Bárbara anda mais moderninha ou não quer arrumar confusão com o pessoal do Metrô. A padroeira dos "tuneleiros" permitiu que Júnia, Gilda e Mirella assistissem ontem ao encontro das frentes de escavação dos túneis que interligarão as estações Ana Rosa e Chácara Klabin, da Linha 2 (Verde).

Se fosse antigamente, a Santa teria tomado uma atitude mais enérgica. Ela costumava barrar a presença de mulheres e padres dentro das escavações. A superstição dizia que quem já usou saias e entrasse no local poderia trazer azar.

"Felizmente, isso acabou e a gente pode viver esse momento único dentro de uma obra", disse a engenheira Mirella Caires, 27 ano.

O esperado encontro dos túneis estava marcado para 9h. Aconteceria exatamente sob a Rua Vergueiro, no cruzamento com a Rua Conde de Irajá, na Vila Mariana, Zona Sul. Há 18 meses, duas equipes trabalham, simultaneamente, nessas escavações.

Os peões, comandados pelo mestre-de-obras Juvenil Carolina da Silva, 59 anos, escavavam a partir da Estação Chácara Klabin e seguiam em direção à Ana Rosa.

Enquanto isso, a equipe do mestre Valmir Antônio Grando, 47, fazia o caminho inverso.

Todo o canteiro vibrava com a idéia do encontro. Peões, engenheiros e diretores do Metrô pareciam ansiosos. Perto das 10h, um funcionário foi visto com quatro garrafas de champanhe. Era mais um sinal de que o momento estava chegando. "Eu gosto mais é de cerveja mesmo", brincou um operário.

De olho no relógio, o gerente de construção Luiz Carlos Grillo explicava que o encontro dos túneis representava "o fim da fase final da obra bruta". A partir do dia 1º de novembro, a Estação Chácara Klabin entrará na fase de acabamento. Em março de 2006, ela já deve estar aberta ao público.

Surpreendidos pela movimentação da imprensa, alguns moradores da Rua Vergueiro quiseram falar. "Barulho" e "sujeira" estiveram entre as principais reclamações. Por outro lado, muitos reconheceram que "a estação irá valorizar os imóveis da região".

Às 11h, os mestres deram o sinal de que a última fronteira entre as duas frentes poderia ser rompida. Foi então que a equipe do Metrô e outros convidados desceram o equivalente a um prédio de nove andares. Muitos fizeram um tímido sinalzinho para Santa Bárbara. Até as mulheres...

De um furinho, o mestre Juvenil conversava com o seu colega que trabalhava do outro lado. Os dois acertavam detalhes de como realizar a operação com total segurança. A questão era saber se era seguro utilizar a retroescavadeira.

Juvenil e Grando optaram por usar um instrumento de perfuração manual. Dessa forma, a parede que separava os dois túneis foi cedendo lentamente. Aplausos, urros e assobios acompanhavam os primeiros blocos de concreto que caíam no chão. A primeira champanhe foi aberta nesse momento.

Os dois mestres-de-obras já podiam se ver. "Deixei de viajar, larguei minha folga só pra ver esse varamento", disse Juvenil. Emocionado e atrapalhado, o mestre completou: "A fé 'remonta' montanhas. Graças a Deus não tive nenhuma 'morte fatal' nesse canteiro".

Quando o buraco já era grande (e não havia mais riscos de desabamento), a escavadeira entrou em ação. De longe, ela parecia um desses monstros desengonçados de seriado japonês. Era o fim da divisão entre os túneis. Outras garrafas foram abertas, muita gente tomou banho de espumante.

Ao se encontrarem, Juvenil e Grando deram-se as mãos. O gesto representou o fim dessa etapa e uma vitória para os "tuneleiros". Santa Bárbara não deve ter se arrependido de ter liberado a entrada feminina.Ninguém se machucou e o Metrô continuou avançando.


Transporte - Menu


 
- Metrô instala novas grades para filas na estação Sé

sábado, 29 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo

Metrô instala novas grades para filas na estação Sé

Regina Terraz

Equipamentos para organizar entrada de passageiros nos trens estão sendo colocados desde ontem na plataforma de embarque com destino ao Jabaquara

O Metrô começou a instalar ontem na Estação Sé (Linha Norte/Sul) novas grades de contenção para organizar a entrada de passageiros nos trens. Elas serão colocadas na plataforma de embarque com destino ao Jabaquara. A assessoria de imprensa do Metrô diz que a colocação das grades não irá atrapalhar a entrada dos usuários, pois será feita no período em que o transporte não funciona. A previsão é que todos os equipamentos sejam instalados até 15 de novembro.


Transporte - Menu


 
- Taxistas vão trocar o carro a cada dois anos sem imposto -

sábado, 29 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo

Taxistas vão trocar o carro a cada dois anos sem imposto

Sindicato dos Motoristas comemora pedidos atendidos pelo Governo. Além da redução do prazo para troca, isenção do IPI foi prorrogada para 2009

Os taxistas de São Paulo comemoram a aprovação da MP 255 — também chamada de nova MP do Bem. Um artigo incluído na Medida Provisória vai facilitar a troca do carro e outro mantém a isenção do IPI até 2009. "Foram dois pedidos que fizemos para o presidente Lula", afirma o presidente do Sindicato dos Taxistas de São Paulo, Natalício Bezerra.


Transporte - Menu


 
Trânsito
 

2ª Edição
segunda-feira
- Passarela é erguida para passagem de carreta - Diário de S. Paulo
- Dois feridos em acidente na Zona Norte - Diário de S. Paulo

1ª Edição
segunda-feira
- Racha entre dois jovens acaba em morte de inocente - DSP - FSP - AGSP - JT - OESP
- Vazamento de gás interdita o trânsito - Jornal da Tarde
- Manifestação na Dutra contra multas - Diário de S. Paulo

domingo
- Dois motoboys morrem e cinco ficam feridos por dia na Capital - Diário de S. Paulo
- Corrida hoje na região do Ibirapuera - Jornal da Tarde
- Queda de árvore interrompe energia - Jornal da Tarde

sábado
- Carreta anda 5 km na 1a. noite de travessia por SP - Agora S. Paulo - DSP
- Caminhão tomba e congestiona a Raposo - Diário de S. Paulo
- Ar é mais poluído dentro do que fora do carro - Jornal da Tarde
- Vento causa queda de árvores e de eletricidade - AGSP - FSP - JT - OESP - DSP

sexta-feira
- Temporal e alagamentos podem atingir São Paulo hoje - Agora S. Paulo
- Prefeitura vê com restrições airbag para motos - Agora S. Paulo
- Cuidados com a enchentes - O Estado de S. Paulo
- Mais 17 câmeras voltam a multar quem avança sinal - Diário de S. Paulo - OESP - AGSP
- Greve de professor acaba com mais uma passeata - Jornal da Tarde
- Hoje é dia de São Judas Tadeu - Jornal da Tarde
- Carreta com turbina de 250 t atravessa São Paulo até quinta - JT - OESP - DSP - AGSP

Menu


 
- Passarela é erguida para passagem de carreta -

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo

 carretadsp.JPG (44337 bytes)

 

Trânsito - Menu


 
- Dois feridos em acidente na Zona Norte -

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo

 acidentedsp.JPG (43580 bytes)

Trânsito - Menu


 
- Racha entre dois jovens acaba em morte de inocente -

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo

Racha entre dois jovens acaba em morte de inocente

GIBA BERGAMIM JR.

Carro do mecânico Rinaldo Pereira da Silva, de 34 anos, foi atingido por um dos veículos que participava do pega, na Avenida Cruzeiro do Sul, Zona Norte. Vendedor e estudante de Medicina voltavam da balada e, segundo testemunhas, dirigiam a 160 quilômetros por hora. Ambos foram presos

Dois jovens foram presos acusados de participar de um racha que acabou na morte do mecânico Rinaldo Pereira da Silva, de 34 anos, por volta das 4h30 de ontem, na Avenida Cruzeiro do Sul, Canindé, Zona Norte da Capital. Segundo testemunhas, ambos trafegavam a a aproximadamente 160 km/h, ultrapassando sinais vermelhos, quando um deles bateu contra o carro da vítima.

 

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Folha de S. Paulo

Mecânico morre ao ser atingido em racha

ACIDENTE

Segundo testemunhas, veículos, a 160 km/h, ultrapassaram o sinal vermelho em avenida na região central de SP

DO "AGORA"

Um racha entre um Golf turbinado e um Vectra na avenida Cruzeiro do Sul, na região central de São Paulo, provocou a morte de um mecânico que passava pelo local na hora da disputa. O acidente aconteceu às 4h30 de ontem. Os dois envolvidos na disputa foram indiciados por homicídio doloso (com intenção).

Segundo testemunhas, os dois carros, que ultrapassaram o sinal vermelho próximo à rua Pedro Vicente, estavam a 160 km/h no momento da colisão -a velocidade máxima permitida em uma via como a Cruzeiro do Sul é de cerca de 60 km/h. A vítima, o mecânico Rinaldo Pereira da Silva, 35, dirigia um Fiat Tipo quando foi atingido pelo Golf de Ederson da Costa Ribeiro, 24. Rinaldo morreu no local do acidente.

Internado na Santa Casa para uma cirurgia no tornozelo, Ribeiro recebeu voz de prisão ainda inconsciente e deve sair do hospital direto para a prisão. Ele estava com a irmã e amigos no carro, que não tiveram ferimentos, assim como Thiago Silveira, 20, também acusado pela polícia de envolvimento no racha. Motorista do Vectra, o jovem também foi indiciado pela morte e está preso.

"A partir do momento em que duas pessoas dirigem um carro em alta velocidade em uma via pública, eles sabem que estão sujeitos a causar um acidente. Por essa razão decidi indiciá-los por homicídio doloso", diz o delegado do 12º DP, Pablo Rodrigo França, responsável pelo caso. Por esse crime eles podem pegar de seis meses a 20 anos de detenção. O racha, considerado crime pelo Código de Trânsito Brasileiro, pode render entre seis meses e dois anos de prisão aos acusados.

João Pereira da Silva, 33, irmão da vítima, disse que Rinaldo era dono de uma oficina, onde trabalhava e morava. "Ele saiu da oficina por volta das 23h e foi comer alguma coisa. Na volta, quando já estava a uns 20 metros da oficina, foi atingido em cheio pelo Golf", diz. Rinaldo era separado e tinha uma filha de sete anos.

Outro lado

Procurada pela reportagem, a família de Ederson da Costa Ribeiro não quis comentar o acidente e a morte de Rinaldo.

Mario Carahyba, advogado de Thiago, afirmou que o jovem não estava disputando o racha.

"Thiago é um menino sério, ele é estudante de medicina. Ele nunca participaria de um racha. Ele nem conhecia direito o Ederson, só estavam na mesma festa por acaso. O Thiago até chamou o resgate", disse. (PRISCILA PASTRE)

 

 

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Agora S. Paulo

Racha mata mecânico que atravessava sinal verde

OS DOIS MOTORISTAS ACUSADOS DE PROVOCAR O ACIDENTE QUE CAUSOU A A MORTE DE MADRUGADA FORAM PRESOS SOB ACUSAÇÃO DE HOMICÍDIO E RACHA

O mecânico Rinaldo Pereira da Silva, 35 anos, morreu às 4h30 de ontem, vítima de um racha. Segundo testemunhas, ele dirigia um carro Tipo pela rua Pedro Vicente quando foi atingido por um Golf turbinado, que passava em sinal vermelho a aproximadamente 160 km/h na avenida Cruzeiro do Sul (zona norte de SP).

Os dois acusados foram indiciados e presos na tarde de ontem por "disputa automobilística não autorizada em via pública" -termo técnico para racha- e homicídio doloso, em que há intenção de matar.

Ederson da Costa Ribeiro, 24 anos, era o motorista do Golf, que causou a morte de Rinaldo. Ribeiro foi internado na Santa Casa, para uma cirurgia no tornozelo e, ainda inconsciente, recebeu voz de prisão.

Ele sairá do hospital direto para o 12º DP (Pari). A irmã e os amigos, que também estavam no carro, passam bem. O outro envolvido, que dirigia um Vectra, é Thiago Silveira, 20 anos. Ele e o amigo e não sofreram nenhum ferimento.

"A partir do momento em que duas pessoas dirigem um carro em alta velocidade em uma via pública, eles sabem que estão sujeitos a causar um acidente. Por essa razão decidi indiciá-los por homicídio doloso", disse o delegado Pablo Rodrigo França. Pelo crime eles podem pegar de seis anos a 20 anos de prisão. O racha, considerado crime pelo Código de Trânsito Brasileiro, tem pena prevista de seis meses a dois anos de prisão.

João Pereira da Silva, 33 anos, irmão da vítima, conta que Rinaldo era dono de uma oficina, onde trabalhava e morava. "Ele saiu da oficina por volta das 23h e foi comer alguma coisa. Na volta, quando já estava a uns 20 metros da oficina, foi atingido em cheio pelo Golf", afirmou. Rinaldo era separado e tinha uma filha de sete anos.

Resposta

Procurada pelo Agora, a família de Ederson da Costa Ribeiro não quis falar sobre o acidente e a morte de Rinaldo.

Mario Carahyba, advogado de Thiago, afirma que ele não estava disputando racha. "Thiago é um menino sério, é estudante de medicina. Ele nunca participaria de um racha. Ele nem conhecia direito o Ederson, só estavam na mesma festa por acaso. O Thiago até chamou o resgate", disse o advogado. (Priscila Pastre)

 

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Jornal da Tarde

Racha mata inocente na Av. Cruzeiro do Sul

Dois estudantes apostavam uma corrida ontem de madrugada, quando o carro de um deles, após furar o sinal, atingiu o veículo do mecânico Rinal Pereira da Silva, 34, que morreu na hora

Um racha ocorrido às 4h30 da manhã de ontem, no cruzamento da Avenida Cruzeiro do Sul, com a Rua Pedro Vicente, na Zona Norte da Capital, terminou com a morte de um inocente e duas autuações em flagrante.

Segundo testemunhas, o Fiat Tipo do mecânico cearense Rinal Pereira da Silva, 34 anos, que não participava da 'brincadeira', foi atingido pelo Golf do estudante Ederson da Costa Ribeiro, 24, que apostava corrida com o também estudante Tiago Silveira, 19, num Vectra. Ribeiro furou o sinal.

O mecânico morreu na hora. Ribeiro, que sofreu ferimentos numa das perna, foi encaminhado à Santa Casa de Misericórdia, onde está internado na enfermaria de ortopedia.

O hospital não informou sobre suas condições de saúde, mas a escrivã Taísa Alencar, do 12º Distrito Policial (Pari), unidade responsável pela apuração do caso, disse que o estado do estudante não é grave. Ele deve ser submetido a uma cirurgia e receberá voz de prisão assim que receber alta.

Silveira, que participava do racha, não se envolveu na colisão e fugiu do local do acidente. Testemunhas anotaram a placa do Vectra e fizeram a denúncia. Silveira foi encontrado em casa, horas depois, e preso em flagrante.

Carro modificado para correr mais

O Golf de Ribeiro era turbinado, isto é, modificado para correr mais que um modelos original de fábrica. De acordo com a escrivã Taísa, os estudantes "aparentemente" não estavam alcoolizados, mas foram submetidos a testes para confirmar seu real estado de sobriedade. Os resultados saem em 15 dias.

Nos últimos anos, há uma tendência jurídica de se considerar os homicídios ocorridos em rachas como dolosos, isto é, com intenção de matar. Entende-se que os motoristas envolvidos nessas corridas sabem do perigo a que expõem as próprias vidas e as de outras pessoas e, ainda assim, assumem deliberadamente o risco. A primeira interpretação do tipo ocorreu no 5º Tribunal do Júri de Pinheiros, em 1997.

O mecânico Rinal Pereira da Silva, morto no racha de ontem, era solteiro e tinha uma filha de 7 anos.

 

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

O Estado de S. Paulo

Racha a 150 km/h mata mecânico

Relatos de testemunhas levam a polícia a identificar autores de crime em SP

Marcelo Godoy

Graças a informações de duas testemunhas, a polícia esclareceu ontem um suposto acidente na Avenida Cruzeiro do Sul, esquina com a Rua Pedro Vicente, no Carandiru, zona norte de São Paulo. No local, morreu o mecânico Reinaldo Pereira da Silva, de 34 anos, que dirigia um Fiat Tipo, e ficou ferido o vendedor Ederson da Costa Ribeiro.

Ribeiro estava ao volante de um Golf turbinado que bateu no carro do mecânico. Em princípio, parecia uma colisão simples, mas os policiais conseguiram descobrir que se tratava de um racha entre Ribeiro e o estudante Tiago Silveira, de 19 anos. Silva, que ia trabalhar, acabou sendo vítima da imprudência da dupla que atravessou um sinal vermelho.

De acordo com as testemunhas, um taxista e um feirante que presenciaram o racha, Ribeiro e Silveira corriam a mais de 150 km/h na Avenida Cruzeiro do Sul quando, em meio à disputa, atravessaram um semáforo vermelho. Silva, que estava passando na hora, teve o seu carro atingido no meio pelo Golf de Ribeiro. Logo após o acidente, ainda de acordo com o relato das testemunhas, Silveira fugiu.

O estudante foi detido em sua casa, na Mooca, ainda dormindo. Ele negou o racha e disse ter chamado o resgate e esperado o socorro. As testemunhas contestaram a sua versão. Ribeiro, que passou por uma operação na manhã de ontem, foi interrogado ainda na Santa Casa.

Ambos vão responder por homicídio doloso eventual (com intenção de matar) e racha. Na interpretação do delegado Pablo Rodrigo França, eles assumiram o risco de causar a morte e pouco se importaram com o resultado de suas ações. Silveira está no 12.º DP, para onde Ribeiro será levado depois.


Trânsito - Menu


 
- Vazamento de gás interdita o trânsito -

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Jornal da Tarde

Vazamento de gás interdita o trânsito

Um vazamento de gás assustou moradores da Rua Ministro Jesuíno Cardoso, na Vila Olímpia, Zona Sul, na tarde de ontem. Por volta das 14h, homens da Sabesp realizavam um serviço na rua com uma escavadeira, que atingiu e rompeu a tubulação de gás da Comgás. Os próprios funcionários da Sabesp ligaram para a Comgás para avisar sobre o incidente. O Corpo de Bombeiros deslocou três viaturas para o local porque havia risco de explosão. O trecho da rua foi interditado para o trânsito por duas horas, tempo necessário para a Comgás realizar os reparos.


Trânsito - Menu


 
- Manifestação na Dutra contra multas -

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo

Manifestação na Dutra contra multas

Um grupo de manifestantes realizou ontem protesto na altura do km 205 da rodovia Presidente Dutra, sentido São Paulo, em Guarulhos, região metropolitana da Capital. Segundo a NovaDutra, concessionária responsável pela estrada, o grupo chegou a interditar a via, causando reflexos no tráfego. Segundo a Polícia Militar, o motivo do protesto seria o excesso de multas de trânsito aplicadas em um bairro nas proximidades.


Trânsito - Menu



- Dois motoboys morrem e cinco ficam feridos por dia na Capital -

domingo, 30 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo


Trânsito - Menu 



- Corrida hoje na região do Ibirapuera -

domingo, 30 de outubro de 2005

Jornal da Tarde

Corrida hoje na região do Ibirapuera

A CET vai monitorar o trânsito na região do Ibirapuera, hoje, das 6h ao meio-dia, para a realização da Corrida e Caminhada Graac, promovida pela Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Recreação A concentração acontece na Avenida Pedro Álvares Cabral, sentido Vila Mariana, entre a Praça Armando de Sales Oliveira e a Rua Abílio Soares. O percurso terá 5 km.


Trânsito - Menu 



- Queda de árvore interrompe energia -

domingo, 30 de outubro de 2005

Jornal da Tarde


Trânsito - Menu



- Carreta anda 5 km na 1a. noite de travessia por SP -

sábado, 29 de outubro de 2005

Agora S. Paulo

 

sábado, 29 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo


Trânsito - Menu



- Caminhão tomba e congestiona a Raposo -

sábado, 29 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo

Caminhão tomba e congestiona a Raposo

Marcos Carrieri

Engarrafamento chegou a 6 km

Uma carreta que transportava fardos de algodão tombou ontem, às 5h20, no quilômetro 11 da Rodovia Raposo Tavares, na Vila Indiana, Zona Oeste. Duas faixas do sentido Capital e uma do Interior foram interditadas. O congestionamento chegou a 6 km.

Trânsito - Menu



- Ar é mais poluído dentro do que fora do carro -

sábado, 29 de outubro de 2005

Jornal da Tarde

Ar é mais poluído dentro do que fora do carro

GIOVANNA BALOGH

Motoristas que ficam parados várias horas dentro de um automóvel são os que mais sofrem com a poluição. Um levantamento feito pela Cetesb comprovou: quem está dentro de um carro - mesmo com os vidros fechados - respira um ar até sete vezes mais poluído do que um pedestre que anda pela calçada.

O índice de poluentes registrado dentro de um carro foi de 205, o que classifica como má a qualidade do ar. Na calçada, o número registrado foi de 29. A Cetesb considera que, até o índice 50. o ar é de boa qualidade.

A medição da Cetesb também foi feita dentro de um apartamento no Centro, que fica em frente ao Elevado Costa e Silva, por onde passa um grande volume de veículos. Lá, o índice foi ainda mais baixo: 14.

"Dentro da casa ou do apartamento, o valor é sempre menor, porque não há nada que puxe o ar para dentro do ambiente", comentou o gerente de avaliação da qualidade do ar da Cetesb, Jesuíno Romano.

As amostras colhidas na rua foram levadas para uma estação de análise de ar da Cetesb, onde diariamente são acompanhados os níveis de monóxido de carbono em 12 pontos da Grande São Paulo. Desta vez, porém, foram feitas medições em situações do cotidiano do paulistano.

Romano explica que a proximidade que o motorista fica do escapamento de outros veículos é um dos principais motivos que o faz respirar tanto monóxido de carbono. Romano diz que o escapamento é uma "mini chaminé" e que o motorista respira direto dele, principalmente, quando fica parado em congestionamentos.

Para ele, gastar mais comprando um carro com ar-condicionado não resolve. "O ar-condicionado também puxa o ar de fora, então, de qualquer maneira o motorista vai respirar os poluentes" , explicou Romano.


Trânsito - Menu



- Vento causa queda de árvores e de eletricidade -

sábado, 29 de outubro de 2005

Agora S. Paulo

Vento causa queda de árvores e de eletricidade

VENTANIA SEGUIDA DE CHUVA DERRUBOU AO MENOS 23 ÁRVORES EM SP. UM IMÓVEL DESABOU NA ZONA LESTE, MAS NINGUÉM SE FERIU. O ABC TAMBÉM FOI CASTIGADO

A região metropolitana de São Paulo foi atingida, ontem à tarde, por ventos de até 100 km/h, seguidos de chuva. Foi o resultado da chegada de uma frente fria, que deve manter o tempo chuvoso até o início da semana que vem, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

Ontem, até as 18h30, os bombeiros haviam registrado a queda de 23 árvores na capital. Algumas delas caíram sobre a rede elétrica, o que causou interrupção do fornecimento de eletricidade, especialmente no Brooklin, Alto de Pinheiros, Moema e Vila Clementino (zona sul). Os municípios de Itapecerica da Serra (Grande SP) e Santo André (ABC) também foram prejudicados com a falta de energia.

Parte de uma casa desabou no Itaim Paulista (zona leste), mas ninguém ficou ferido, segundo a prefeitura, que não tinha detalhes da ocorrência até as 18h30.

O CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) registrou sete pontos de alagamento, todos transitáveis, nas zonas sul e leste.

O trânsito também foi prejudicado: entre 14h30 e 18h, o índice de congestionamento medido pela CET (Companhia de Engenharia de Trânsito) esteve acima da média. Mas o recorde do dia -137 km, às 18h30- esteve dentro do padrão para o horário, que é de 138 km. Segundo a CET, o trânsito não foi mais intenso porque ontem foi feriado para os servidores públicos e as repartições não funcionaram.

A chuva e a ventania também atingiram cidades do ABC e do interior. Em Santo André, uma cobertura provisória de lona desabou, na Fundação Santo André. Ela havia sido instalada para apresentação de trabalhos durante uma feira de administração. Com a chuva, as pessoas perceberam que a estrutura estava balançando e saíram de lá. Por isso, ninguém se feriu. Em Bauru (343 km de SP), Birigüi (518 km de SP) e Sorocaba (100 km de SP), a chuva também causou estragos. (Fábio Grellet e FOL)

 

sábado, 29 de outubro de 2005

Folha de S. Paulo

SP tem temporal com ventos de 100 km/h

PRIMAVERA CHUVOSA

Chuva forte na capital deixou 7 pontos alagados; em Campinas, 2 pessoas ficaram feridas

DA REPORTAGEM LOCAL

A forte chuva que atingiu São Paulo na tarde de ontem deixou pelo menos sete pontos alagados. Nenhum deles ficou intransitável e a situação voltou ao normal no final do dia. A chuva, típica de verão, foi acompanhada de ventos de até 100 km/h.

A precipitação também causou interrupções no fornecimento de energia em alguns pontos da cidade. Segundo a Eletropaulo, os bairros mais afetados foram Brooklin, Alto de Pinheiros, Real Parque, Moema, Planalto Paulista, Vila Clementino, Campo Belo, Chácara Flora, Bela Vista e Aclimação. A energia só foi restabelecida às 19h.

Parte dos municípios de Itapecerica da Serra e Santo André, ambos na Grande São Paulo, também foram prejudicados com as interrupções de energia. A previsão era restabelecer a iluminação até as 20h. A maioria dos problemas, segundo a Eletropaulo, foi causada pela queda de galhos de árvores na rede.

Segundo o CGE (Centro de Gerenciamento de Emergências) da prefeitura, a chegada de uma frente fria no início da madrugada de hoje iria provocar mais chuvas fortes na capital paulista neste sábado. A frente fria chegaria do Paraná.

Toda a cidade ficou em estado de atenção por causa da chuva. Chegou a chover granizo na região do Pirajussara, no Campo Limpo, zona sul da capital, segundo Edson Bastos, técnico em meteorologia do CGE.

O Corpo de Bombeiros atendeu ocorrências de queda de árvore, mas em nenhum dos casos houve registro de vítimas. Houve também atendimento para pessoas que ficaram ilhadas.

Ficaram alagadas as avenidas Professor Vicente Rao, Radial Leste, Guarapiranga, Olavo Vicente e a marginal Pinheiros e a rua Doutor Mário Vicente.

Campinas

O temporal também atingiu outros pontos da região Sudeste, como o Rio de Janeiro. Em Campinas (95 km de São Paulo) ao menos duas pessoas ficaram feridas. A forte chuva -que durou 20 minutos- alagou vias e provocou lentidão no trânsito.

No bairro Aeroporto de Viracopos, um barraco desabou e uma pessoa ficou ferida. Ela foi atendida no pronto-socorro São José e não corre risco de morte.

O segundo ferido é o motorista de um caminhão que tombou durante o temporal na pista que liga Campinas ao distrito de Barão Geraldo. Ele também não corre risco de morte.

O Estado deverá ter céu nublado e chuvas no fim de semana, segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia).

 

sábado, 29 de outubro de 2005

Jornal da Tarde

Vendaval derruba árvores e provoca caos

BRUNO TAVARES e ARYANE CARARO

Temporal atingiu a Capital na tarde de ontem, com ventos de até 100 km/h que danificaram a rede elétrica, deixando vários bairros sem luz. Zona Sul foi a mais atingida pela chuva. O trânsito mais uma vez ficou congestionado, principalmente nas marginais. E a previsão para hoje é de mais chuva e ventania.

Por alguns minutos, parecia que São Paulo havia entrado na rota do Wilma ou do Katrina - os super furacões que devastaram cidades nos Estados Unidos, América Central e Caribe. O vendaval, registrado em diferentes pontos da Capital e da Grande São Paulo na tarde de ontem, derrubou árvores e outdoors e causou danos na rede elétrica. O Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul da Capital, ficou fechado por 15 minutos.

De acordo com o Centro de Gerenciamento de Emergências CGE da Prefeitura, as rajadas de vento chegaram a 100 km/h. "O forte calor gerou bolhas de ar quente que subiram e, ao atingirem o topo da atmosfera, provocaram o que chamamos de frentes de rajada", explicou a meteorologista Aline Ribeiro, do CGE. No Interior, o vento chegou a 80 km/h.

Em seguida, veio a chuva. Desta vez, a Zona Sul da Cidade foi a mais atingida. Em Interlagos, o temporal deixou carros submersos e moradores ilhados. O nível dos córregos Pirajuçara - na divisa de São Paulo com Taboão da Serra - e Aricanduva, na Zona Leste, subiu, mas não chegou a transbordar. Desde o começo da tarde, equipes dos bombeiros ficaram de prontidão em pontos estratégicos da Cidade para eventuais resgates.

O maior número de chamados, no entanto, era sobre quedas de árvores. Até as 19h, os bombeiros contabilizavam 40 ocorrências deste tipo. Na Rua Professor Antônio Prudente, região central da Cidade, a queda de uma árvore destruiu um veículo que estava estacionado em frente ao Hospital do Câncer. Ninguém ficou ferido.

 temporal também provocou interrupções no fornecimento de energia em São Paulo, Santo André e Itapecerica da Serra. Na Capital, os bairros afetados foram Brooklin, Moema, Vila Clementino, Alto de Pinheiros, Real Parque, Planalto Paulista , Campo Belo, Chácara Flora, Bela Vista e Aclimação.

No fim da tarde, o trânsito habitualmente complicado na sexta-feira ficou ainda pior. Às 19h30, a Companhia de Engenharia de Tráfego CET registrava 138 km de lentidão - pouco abaixo da média para o horário. Os piores pontos de congestionamento eram nas marginais Pinheiros e Tietê. Além das diversas quedas de árvores, muitos semáforos pararam de funcionar por falta de energia elétrica. O CGE registrou sete pontos de alagamento, todos eles transitáveis.

Os motoristas também enfrentaram trânsito lento nas principais rodovias que servem a Capital. Na Rodovia Presidente Dutra, Rio de Janeiro, havia quatro quilômetros de congestionamento na pista lateral, a partir do km 227, por causa de um alagamento no acesso para a Rodovia Fernão Dias.

À noite a chuva deu uma trégua, mas ainda havia riscos de temporais durante a madrugada. A previsão para hoje é de céu nublado. A Defesa Civil municipal informou que podem ocorrer chuvas, ventos fortes e trovoadas. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) prevê que a temperatura fique entre 18º C e 27º C.

 

sábado, 29 de outubro de 2005

O Estado de S. Paulo

Chuva e ventos de 100 km/h castigam SP

Temporal derrubou árvores e outdoors na capital e deixou cidades do interior sem luz

Bruno Tavares, Aryane Cararo, Cacau Fogaça e Chico Siqueira, especial para o Estado

Chuva e ventos de até 100 quilômetros por hora registrados ontem à tarde provocaram estragos em todo o Estado de São Paulo. Por volta das 15 horas, o temporal derrubou árvores e outdoors na capital, causou danos na rede elétrica e obrigou ao fechamento, por 15 minutos, do Aeroporto de Congonhas, na zona sul. Bairros da capital e de cidades como Campinas, Piracicaba, Santa Bárbara D'Oeste, Americana, Nova Odessa, Sumaré, Paulínia, Valinhos, Cosmópolis, Itatiba e Jundiaí ficaram sem luz.

No noroeste paulista, um posto de gasolina desabou no centro da cidade de Planalto, atingindo quatro carros e cinco motocicletas. Os ventos arrancaram as bombas, espalhando combustível pelas ruas, enquanto partes do teto eram arremessadas contra a vizinhança. Casas, um armazém de grãos e uma fábrica desabaram.

Em Birigüi, o Centro de Saúde foi destelhado e uma casa desabou. Outras 20 perderam parte do telhado no bairro Quemil e uma grande árvore caiu sobre uma escola, mas sem vítimas. Em Araçatuba, 15 casas foram destelhadas e 2 desabaram.

Na capital, o temporal caiu depois de uma manhã quente: a temperatura chegou a 31,5 graus no Instituto Nacional de Meteorologia, em Santana, zona norte. "O forte calor gerou bolhas de ar quente que subiram e, ao atingir o topo da atmosfera, provocaram o que chamamos de frentes de rajada", explicou a meteorologista Aline Ribeiro, do CGE.

O encontro da frente fria vinda do Sul do País e o mormaço da tarde formou também nuvens carregadas e chuvas em toda a cidade. Em Interlagos, zona sul, o temporal deixou carros submersos e moradores ilhados. Bombeiros contabilizavam até as 19 horas 40 quedas de árvore na cidade. O tempo continuará chuvoso até amanhã em todo o Estado.

 

sábado, 29 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo

dspchuva.JPG (108451 bytes)


Trânsito - Menu



- Temporal e alagamentos podem atingir São Paulo hoje -

Sexta-feira, 28 de outubro de 2005.

Agora S. Paulo


Trânsito - Menu



- Prefeitura vê com restrições airbag para motos -

Sexta-feira, 28 de outubro de 2005.

Agora S. Paulo


Trânsito - Menu



- Cuidados com a enchentes -

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

O Estado de S. Paulo

Cuidados com a enchentes

Camila Anauate

Orientações para moradores de áreas com possibilidade de enchente Antes da chuva

- Nunca jogue o lixo em local que não seja destinado a esse fim, principalmente próximo a rios e córregos.

- Não coloque o lixo na calçada - evite o entupimento de bueiros e corredores de água.

- Mantenha telhados e calhas em bom estado.

- Coloque objetos importantes e de valor em lugares altos, se possível, erga os móveis.

- Não deixe o carro estacionado em ruas sujeitas a inundação.

- Procure um local alto para abrigar a família.

- Se houver muita descarga elétrica (raio), desligue a chave geral de sua casa para não danificar eletroeletrônicos.

- Feche o registro de entrada de água.

- Confira materiais de primeiros socorros.

Durante

- Não enfrente correntezas de água a pé ou de carro.

- Evite trafegar por áreas inundadas, se preciso, chame socorro.

- Procure ficar informado por meio de rádio, TV, Internet, etc sobre a condição do tempo.

Depois

- Não ande nas águas de enchentes.

- Lave e esterilize tudo o que foi atingido pela enchente (para cada litro de água, misture uma colher de sopa de água sanitária).

- Não aproveite alimentos que tiveram contato com águas da enchente.

- Não use água de poços.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura, a frente fria que se aproxima poderá trazer chuvas fortes para a cidade neste final de semana. Com potencial para a alagamentos, elas devem começar hoje, intensificando-se amanhã.

Preventivamente, a Defesa Civil vai ter veículos em ponto críticos, para avaliar a situação dos córregos e se há a necessidade de atendimento emergencial. O plano preventivo para o período de chuvas prevê ações entre vários órgãos municipais e entra em vigor na terça-feira, embora já neste final de semana a Defesa Civil já trabalhe em estado de observação.

O plano prevê ação integrada com o Corpo de Bombeiros, subprefeituras, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e CGE e terá duração até 15 de abril. Uma das novidades é a criação dos postos de observação em áreas como a do córrego Pirajuçara, na zona sul, córrego Aricanduva, na zona leste, e Anhangabaú, no centro. Assim que for constatada a possibilidade de chuvas fortes, veículos serão deslocadas para esses pontos. Outra ação será o contato com as Polícias Rodoviárias e as concessionárias de rodovias para alertar os motoristas que chegam à cidade sobre pontos de alagamento e desvios.

Segundo o coordenador-geral da Defesa Civil, coronel Jair Paca de Lima, as ações como limpeza de córregos, piscinões e galerias são essenciais para a prevenção de enchentes. Para as vítimas das cheias, ele promete fácil acesso a indenizações: "Treinamos técnicos em avaliação de danos para emitir o laudo necessário para a liberação da verba".

 

SP pode ter alagamentos no fim de semana

Alerta foi feito pela Defesa Civil, que vai monitorar pontos sujeitos a enchentes

O Centro de Gerenciamento de Emergências (CGE) da Prefeitura informa que a frente fria que se aproxima poderá trazer chuvas fortes para a cidade neste fim de semana. Com potencial para a alagamentos, elas devem começar hoje, intensificando-se amanhã. Preventivamente, a Defesa Civil vai ter veículos em ponto críticos, para avaliar a situação dos córregos e se há necessidade de atendimento de emergência. O plano preventivo para o período de chuvas prevê ações entre vários órgãos municipais e entra em vigor na terça-feira, embora neste fim de semana a Defesa Civil já trabalhe em estado de observação. O plano prevê ação integrada com o Corpo de Bombeiros, subprefeituras, Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) e CGE e terá duração até 15 de abril. Uma das novidades é a criação dos postos de observação em áreas como a do Córrego Pirajuçara, na zona sul, Córrego Aricanduva, na zona leste, e Anhangabaú, no centro.


Trânsito - Menu



- Mais 17 câmeras voltam a multar quem avança sinal -

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo

 

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

O Estado de S. Paulo

CET instala mais 17 radares em ruas e avenidas

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) reativou mais 17 radares equipados com câmeras na capital. Veja a lista dos locais: Rua Brigadeiro Gavião Peixoto, R. Amador Bueno da Veiga, R. Conde Moreira Lima, Avenida dos Bandeirantes, Av. General Edgar Facó, Av. Ragueb Chohfi, Av. Alfonso Bovero, Av. Jorge João Saad, Av. Santo Amaro, Av. João Pedro Cardoso, R. Tangará, Av. Sapopemba, Av. Tancredo Neves, Av. Luís Dumont Villares (dois pontos), Av. Salim Farah Maluf (dois pontos).

 

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Agora S. Paulo


Trânsito - Menu



- Greve de professor acaba com mais uma passeata -

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Jornal da Tarde

Greve de professor acaba com mais uma passeata

Eles tomaram as ruas depois de decidir interromper a greve iniciada na segunda-feira e que consideraram vitoriosa, porque o governo retirou o projeto de lei que limitava a contratação de profissionais temporários

CINTHIA RODRIGUES

"Aqui jaz a PL 26", dizia a inscrição sobre o caixão que puxou cerca de 5 mil professores em passeata da Avenida Paulista à Praça da República. Eles tomaram as ruas depois de decidir interromper a greve iniciada na segunda-feira e que consideraram vitoriosa. O motivo foi a publicação no Diário Oficial, anteontem, da retirada do Projeto de Lei 26, que limitava a contratação de profissionais temporários e podia resultar no desemprego de 120 mil educadores.

"Nós já ganhamos", disse o professor José Geraldo Corrêa Júnior, o Geraldinho, ao pedir a interrupção da greve. "Fizemos o governador Geraldo Alckmin voltar atrás quando viemos aqui pela primeira vez no começo do mês e, essa semana, fizemos ele botar tudo no papel."

Agora, eles têm outra lista de reivindicações, como maior número de concursos para efetivação de professores e diminuição do número de alunos por sala de aula. Uma parte do Sindicato dos Professores do Estado de São Paulo (Apeoesp) chegou a pedir a continuidade da greve até todas as exigências serem atendidas, mas, em assembléia no vão livre do Masp, a maioria decidiu manter apenas "estado de atenção". "Se um professor for demitido, voltamos à paralisação", afirmou o presidente da entidade, Carlos Ramiro.

Mas, ao contrário de manifestações como a de ontem, que reuniu servidores de todo o Estado, a greve anunciada teve pouca adesão. O secretário de Educação, Gabriel Chalita, chegou a dizer que nenhum escola estava sem aulas e, embora a reportagem tenha mostrado que pelo pelo menos duas instituições da Capital pararam, o sindicato não chegou a fazer balanço da adesão.

A falta de participação dos colegas foi lembrada em cima do carro de som que organizou a assembléia. "É preciso ter consciência de que nosso movimento não teve a unidade que queríamos", disse um dos diretores do sindicato, Francisco de Assis Pereira.

A professora Ana Raquel Oliveira falou pela oposição à diretoria da entidade e chegou a pedir a continuidade da greve. "O governador Geraldo Alckmin nem sequer nos recebeu e o projeto foi tirado apenas para reestudo, pode voltar a qualquer hora", disse.

A publicação no Diário Oficial, no entanto, comprovou o arrependimento do governo em ter encaminhado à Assembléia o projeto de lei que limitava a contratação de temporários a seis meses prorrogáveis por mais seis. A maioria dos professores da rede estadual de ensino trabalha em regime temporário, alguns já há 30 anos.

Manifestação interdita o trânsito

Mesmo após terem decidido interromper a greve, os professores mantiveram os planos de parar mais uma vez a Cidade. A passeata que interrompeu um sentido da Avenida Paulista e a Rua da Consolação interditou várias vias menores e terminou na Praça da República, às 18h, em pleno horário de pico do trânsito.

Mais de cem policiais militares acompanharam a manifestação, mas não houve conflito, já que o clima era de festa. O vendedor ambulante de cornetas, Otacílio Rosa, 63 anos, disse que não perde uma manifestação de professores. Em cada uma - foram quatro apenas este mês - ele vende cerca de 50 unidades. Em um jogo de futebol, as vendas não chegam a 20 cornetas.

A barraca de livros também muda os temas quando acontece um evento da categoria. Ontem havia títulos como "O estatuto burguês e a revolução socialista" e "Cidadania ou Classe? O movimento operário da década de 80". A vendedora era Regina da Silva, também professora do Estado na Zona Leste. "Vendi seis livros em meia hora", contou.

Os motoristas é que não gostaram da idéia. "Não critico a causa, mas o tipo de manifestação. Não têm direito de atrapalhar os outros", disse Ricardo de Oliveira, parado na Rua da Consolação.


Trânsito - Menu



- Hoje é dia de São Judas Tadeu -

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Jornal da Tarde

Hoje é dia de São Judas Tadeu

CHARLISE MORAIS

Cerca de 400 mil fiéis devem participar das missas e outras atividades no Santuário, que fica no Jabaquara

Hoje é dia de São Judas Tadeu, o santo das causas impossíveis, dos aflitos e dos negócios sem solução. Para comemorar e agradecer as graças recebidas são esperados 400 mil fiéis, durante todo o dia, no Santuário, que fica no Jabaquara, Zona Sul.

Para as comemorações, serão realizadas 14 missas, de hora em hora, das 5h até as 18h. Às 19h tem início a procissão e, às 20h, haverá uma missa campal. Depois, está programado um show. Das 6h às 19h, os fiéis poderão se confessar e receber bênçãos. Mas quem quiser apenas agradecer ou acender uma vela, deve estar preparado para enfrentar a maratona. O movimento de católicos na igreja é intenso durante todo o dia e a fila para aqueles que querem chegar perto da imagem do santo dá voltas no quarteirão.

Para suprir a demanda de 45 mil usuários que devem usar o Metrô para chegar à Igreja de São Judas Tadeu, foi montado um esquema especial de operação e reforço no quadro de agentes de estação e segurança. Funcionários irão auxiliar nos embarques, desembarques e deslocamento nas áreas internas. Orientações para quem vai ao Santuário serão intensificadas por mensagens sonoras no sistema de som.

Nas ruas da região, a Companhia de Engenharia de Tráfego CET vai monitorar o trânsito das 5h às 23h. A Avenida Jabaquara, onde está localizada a paróquia, será interditada no trecho entre as Avenidas Doutor Hugo Beolchi e Indianópolis, das 4h às 23h no sentido bairro, e das 18h às 23h no sentido Centro.

A partir das 19h, por causa da procissão, também serão interditadas a Avenida Itacira, Rua Campina da Taborda e Avenida Piassanguaba. A CET recomenda aos fiéis que dêem preferência ao transporte público, pois há poucas vagas para estacionar na via pública. Quem preferir ir de carro, deve se orientar previamente sobre as vias de acesso e ficar atento aos flanelinhas.


Trânsito - Menu



- Carreta com turbina de 250 t atravessa São Paulo até quinta -

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Jornal da Tarde

Carreta com turbina de 250 t atravessa São Paulo até quinta

Veículo, que anda a 5 km/h, sempre entre 23h e 6h, está estacionado na alça de acesso da Ponte Aricanduva e deve ir hoje para o Bom Retiro

Finalmente chegou a São Paulo, na madrugada de ontem, a carreta gigante que transporta uma turbina de 250 toneladas. Andando a cinco quilômetros por hora, sempre das 23h às 6h, o veículo terminará apenas na próxima quinta-feira o percurso de 45 km por dentro da Cidade, de Norte a Sul, em direção ao Porto de Santos.

A carreta chegou à Capital pela Rodovia Ayrton Senna, escoltada por 12 carros da Dersa, Companhia de Engenharia de Tráfego CET e Polícia Rodoviária. Até as 23h de ontem, a gigante de 8,70 metros de largura, 93 metros de comprimento, 5,80 metros de altura e 605 toneladas de peso permaneceu estacionada na alça de acesso da Ponte Aricanduva. Hoje, ela segue até a parada na Rua Sérgio Tomás, no Bom Retiro. A data das próximas paradas não está confirmada, pois podem ocorrer atrasos.

A CET irá monitorar o trânsito para o transporte da carga superdimensionada até que a carreta chegue à Avenida Cupecê, em direção à Rodovia dos Imigrantes. Entre outros transtornos no trajeto, uma passarela modular na Avenida Santos Dumont, na altura da Praça Armênia, será içada por dois guindastes para a passagem do veículo. A carreta andará na contramão em todo o percurso para conseguir fazer as curvas entre as avenidas.

Segundo a Ecovias, concessionária do sistema Anchieta-Imigrantes, foram transportadas de janeiro a setembro deste ano 2.771 cargas especiais, 50% a mais em relação ao ano passado. O movimento em direção a Santos também aumentou após a queda da Ponte Capivari, na Régis Bittencourt, que dava acesso ao Porto de Paranaguá PR.

 

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

O Estado de S. Paulo

 

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo

 

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Agora S. Paulo


Trânsito - Menu


 
Cidade

 

1ª Edição
segunda-feira
- O ranking dos buracos na Cidade - Jornal da Tarde
- Fronteiras de subprefeituras se tornam terra de ninguém - Diário de S. Paulo
- Ouviram do Ipiranga: vitória para o verde - Jornal da Tarde

sexta-feira
- São Paulo é só a 11º no ranking de satisfação - Folha de S. Paulo

Menu



- O ranking dos buracos na Cidade -

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Jornal da Tarde

O ranking dos buracos na Cidade

A região administrada pela Subprefeitura do M'Boi Mirim é a campeã do buraco na Cidade, segundo o ranking das reclamações feitas pela população. Para contra-atacar, Prefeitura vai abrir três novas usinas de asfalto

DANIEL GONZALES

A distante região do M'Boi Mirim, no extremo Sul da Cidade, é a mais esburacada da Cidade. A área aparece disparada em primeiro lugar no ranking das reclamações de buracos organizado pela Secretaria de Coordenação de Subprefeituras, com base nas denúncias feitas pelos paulistanos sobre o assunto desde o início do ano. No total, já são mais de 61 mil reclamações acumuladas desde 1º de janeiro até a semana passada. Como há 15 mil quilômetros de ruas e avenidas em São Paulo, surgiram em 2005, em média, pelo menos quatro grandes buracos a cada quilômetro de vias - se forem levadas em conta apenas as reclamações de motoristas e moradores.

Para combater os inimigos, a Prefeitura anuncia uma novidade: a descentralização da produção do asfalto, hoje feita em uma única usina, na Barra Funda, Zona Oeste, que produz cerca de 1,5 mil toneladas de massa asfáltica por dia. Como a mistura precisa ser aplicada quente nos buracos para ter mais eficiência, a separação da produção dará mais agilidade ao transporte e à velocidade dos consertos, diz o secretário de coordenação de Subprefeituras, Walter Feldman.

"Estamos preparando a licitação para a compra de outra unidade, que ficará em Itaquera (Zona Leste), e que esperamos estar funcionando até o fim do ano", afirma o secretário. Outra unidade deve ficar em Santo Amaro (Zona Sul) e uma outra ainda na Zona Norte, em local ainda a ser definido. Cada região da Capital, assim, deve ter a sua usina.

O serviço de tapa-buracos da Prefeitura contabiliza, de 1º de janeiro até a semana passada, o fechamento de quase 490 mil buracos, média de 1.600 por dia. A secretaria informa que vem conseguindo índices de produtividade maiores do que os volumes de reclamações. Mas ainda há tantos buracos que o governo municipal não consegue dar conta do recado. "Dois dias de chuva abrem milhares de buracos", justifica Feldman. Nesta época do ano, a água, em contato com o pavimento rachado e desgastado das vias, forma a mistura explosiva que dá fôlego ao surgimento da buraqueira.

Crateras onde cabe um carro inteiro

Nas ruas do M'Boi Mirim, há crateras nas quais caberia até um carro inteiro, caso da existente no início da Rua Lendinara. Além de profunda, ela estava cheia de água na quinta-feira, um perigo para quem vira em velocidade, vindo da Avenida M'Boi Mirim. Na própria avenida, há dezenas de buracos a partir do número 5.200, além de sarjetas arrebentadas e bueiros sem tampas. "É um transtorno", diz o mecânico Reginaldo Lacerda, que vive na região.

Há ainda grandes buracos, entre outras dezenas de vias, nas Ruas Penha Garcia, Gagliano Neto, Abílio César, Oscar Paes de Lira Salgado, o que transforma em uma aventura andar pelo bairro. "Acho que como é um lugar com pouco trânsito, nunca recebe obras de conserto", diz a costureira Roberta Chavez Catli, moradora do M'Boi Mirim.

Há locais de São Paulo que nem aceitam mais consertos de tapa-buraco, pois o pavimento, com 25, 30 anos de existência, já está saturado e tão velho que o conserto piora a situação. "Neste caso, a solução é fazer um recapeamento", explica o superintendente da usina de asfalto, Valter Rocha. Deve-se arrancar todo o asfalto, executar a fresagem da via, verificar sua estrutura e asfaltá-la inteira, o que causa transtornos ao trânsito.

Rocha diz que as regiões periféricas sofrem com os buracos por causa da falta de manutenção nos últimos anos. "Um tratamento permanente nunca foi feito", concorda Feldman. "Os 1.500 km das vias mais movimentadas não têm reparos há pelo menos dez anos."

Assim, os consertos executados em pavimentos gastos normalmente resultam em outro buraco, próximo ao que foi tapado, por causa da rigidez do asfalto novo, ou em ondulações que podem pôr em risco a segurança dos motoristas. "Parece que quanto mais fecham, mais aparecem", diz o caminhoneiro Flávio Renato Costa, 47 anos, que costuma passar pelas marginais.

E não é só na periferia que a buraqueira incomoda. No cruzamento das Avenidas Rebouças e Henrique Schaumann, na Zona Oeste, uma ondulação no asfalto causa desconforto aos motoristas há pelo menos um mês.

 

Menos funcionários, mais crateras

A Prefeitura dispõe de 60 equipes para realizar o serviço de tapa-buracos na Cidade, que chegam a fechar 1.600 deles por dia, em média. Dezessete equipes são vinculadas à usina da Barra Funda e exclusivas para cuidar da pavimentação, recapeamento, conservação e manutenção do anel viário que compreende as Marginais do Pinheiros e do Tietê e Avenidas Bandeirantes e Salim Farah Maluf. Neste ano, elas já recapearam cerca de 23 km de vias. Em novembro, estão previstos novos consertos em trechos das marginais.

As demais equipes são vinculadas a subprefeituras e operam com 120 caminhões. Mas o secretário municipal de Subprefeituras, Walter Feldman, diz que três das subprefeituras da Cidade - M'Boi Mirim, Parelheiros e Cidade Tiradentes - apresentam "menos capacidade de resposta" em serviços como o tapa-buracos. "Essas subprefeituras são as caçulas, têm 1/3 ou metade do número de funcionários das outras", diz. "Estamos tratando dessa questão com muito carinho."

As equipes de tapa-buracos também devem aumentar das atuais 60 para um número ainda a ser definido. As contratações já foram autorizadas pelo prefeito José Serra, segundo Valter Rocha, superintendente da usina de asfalto.

Há um mês, o prefeito lançou o programa de recapeamento asfáltico que vai beneficiar 54 ruas e avenidas. A Prefeitura promete investir R$ 50 milhões no processo, que deve estar concluído até o fim do ano. "Com tanto reparo, o pavimento fica tão velho que aparece um buraco ao lado do que foi fechado", explica Feldman. Por isso, o recapeamento é necessário.

Rocha dá uma dica para saber se o asfalto da sua rua está em bom estado: basta observar a cor. "Quanto mais clara, pior o estado em que está o pavimento". Para pedir o conserto, o paulistano deve acionar a Prefeitura pelo telefone 156 ou procurar a subprefeitura de sua região.

 

O Estado de S. Paulo


Cidade - Menu



- Fronteiras de subprefeituras se tornam terra de ninguém -

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo

Fronteiras de subprefeituras se tornam terra de ninguém

DANIELLE BORGES

Moradores dessas regiões não sabem a qual subprefeitura recorrer para pedir serviços como poda de árvore e tapa-buraco. Capital tem 125 áreas nessas divisas

A Capital possui 125 áreas que, divididas entre duas ou mais subprefeituras, acabam caindo no esquecimento. Nessas regiões, a população se queixa da demora em obter resposta a serviços solicitados, que vão desde tapa-buraco até poda de árvore. Na maioria das vezes, pesa a falta de informação e moradores, que não sabem a qual subprefeitura recorrer, têm de ir de um lugar para outro até resolver o problema.


Cidade - Menu



- Ouviram do Ipiranga: vitória para o verde -

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Jornal da Tarde

Ouviram do Ipiranga: vitória para o verde

Decreto assinado pelo prefeito José Serra atribui status de utilidade pública a um terreno de mais de 21 mil metros quadrados na Rua dos Sorocabanos, no Ipiranga. Seria construído um conjunto de prédios no local, que, agora, será desapropriado

FABIANO RAMPAZZO

Está decidido. A vitória do verde sobre o cinza dos prédios foi garantida com o decreto que o Prefeito José Serra assinou no dia 21 deste mês, tornando como utilidade pública o terreno de 21.188 metros quadrados, localizado na Rua dos Sorocabanos com a Bom Pastor, no Ipiranga. O terreno, de propriedade do Instituto Bom Pastor, seria vendido à construtora Gafisa para o levantamento de um conjunto de prédios. Não será mais.

Depois de muita discussão na comunidade, da criação de uma frente parlamentar, uma guerra que durou mais de dez anos terminou ontem, com a visita do prefeito no local e a garantia de que o terreno vai ser desapropriado. "Ou por via amigável, e aí seria em um mês, ou pela justiça, o que levaria uns seis meses", calcula. "Mas será desapropriado, e a população teve um papel decisivo nisso".

Ao falar da desapropriação, Serra lembrou da importância de presentear a cidade com mais uma área de lazer e verde. "Achei o local agradável, com um bom projeto de arquitetura pode ser um acréscimo formidável à área do Parque da Independência."

O terreno, que abriga a Capela do Bom Jesus do Horto, vem sendo tema de debates há anos. Em 1997, quando a Gafisa fez um pré-compromisso de compra e venda com o Instituto Bom Pastor, para a construção de 7 torres de 14 andares, os Ministérios Públicos Federal e Estadual entraram com uma ação conjunta com o objetivo de impedir que os prédios comprometessem o visual do Museu Paulista, tombado pelo patrimônio histórico em estância federal, estadual e municipal.

A Gafisa contratou a incorporadora Klabin Segall para fazer um novo projeto, com prédios menores, que obedecia às exigências dos órgãos de defesa do patrimônio, e a batalha continuava. "O acordo de gaveta entre o Instituto Bom Pastor e a Gafisa era de dois apartamentos, aproximadamente 4 milhões de reais", disse Juscelino Gadelha, vereador e líder do PSDB na Câmara.

Gadelha, que preside a Frente Parlamentar em Defesa da Capela do Bom Jesus do Horto, comemora o que chama de "vitória da defesa do patrimônio histórico de São Paulo. "Temos ali uma capelinha, do padre João, construída no século 19, que há 50 anos realiza missa russa-bizantina católica e representa a preservação da cultura russa no País", diz. "Sem falar nos 25 mil metros de área verde a mais, que são um verdadeiro presente para a Cidade", completa.


Cidade - Menu



- São Paulo é só a 11º no ranking de satisfação -

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Folha de S. Paulo

São Paulo é só a 11º no ranking de satisfação

RETRATOS DO PAÍS

Estudo foi feito nas capitais com base na satisfação dos moradores; Brasília lidera e Rio Branco fica em último lugar

LUCIANA BRAFMAN - DA SUCURSAL DO RIO

A capital mais rica e mais importante do país é apenas uma cidade mediana para viver, segundo pesquisa que mediu a satisfação de moradores de 26 capitais e de Brasília. Ficou em 11ª lugar nesse ranking atrás de, por exemplo, Palmas e Campo Grande.

Já Brasília foi eleita a melhor capital do país e Rio Branco, a pior. O Rio ocupa a décima posição.

O estudo, divulgado ontem pela Fundação Getúlio Vargas, foi feito com base em 12 itens analisados em cada uma das 27 capitais. Na comparação, Brasília recebeu uma avaliação 113,52% acima da média nacional. Ou seja, o número de moradores de Brasília que se disseram satisfeitos por viver lá é mais que o dobro da média nacional de satisfação nas cidades em que vivem os demais brasileiros.

São Paulo ficou apenas 18,91% acima dessa média. E o Rio de Janeiro, 20,50%.

No outro extremo, Rio Branco foi considerada a pior, na opinião de seus próprios moradores, que avaliaram a capital do Acre negativamente: 64,94% abaixo da média nacional.

O estudo da FGV toma por base a percepção das pessoas com relação a 12 variáveis -como serviços públicos, poluição e violência- que refletem a qualidade de vida nas capitais. A partir dos resultados obtidos por meio de questionários, calcula-se uma média nacional. O ranking das capitais é elaborado, então, por meio do Índice de Condições de Vida (ICV), um percentual que mede a satisfação em cada cidade, sempre na comparação com a média nacional.

As 12 variáveis consideradas na pesquisa foram: avaliação da renda total familiar, quantidade de alimentos consumidos, tipos de alimento consumido, avaliações do serviço de água, da coleta de lixo, da iluminação de rua, da drenagem e escoamento de água de chuva, do fornecimento de energia elétrica, de problemas com rua ou vizinhos barulhentos, de problemas com poluição ou ambientais causados pelo trânsito ou indústria, de problemas com violência ou vandalismo na área de residência, e as condições de moradia da família.

Dados fundamentais

O economista Fernando Blumenschein, coordenador da pesquisa, disse que uma vez estabilizada a economia brasileira, a população tem se voltado cada vez mais para a qualidade das condições de vida do dia-a-dia. Para ele, apesar de tomar por base avaliações dos moradores, subjetivas, os dados são fundamentais para orientar as políticas públicas.

Mesmo com parâmetros subjetivos, a pesquisa mostra uma nítida desigualdade entre as capitais. De acordo com o economista, o fato de São Paulo e Rio ocuparem posições intermediárias mostra que não são percebidas como as melhores capitais para se viver.

Já as capitais das regiões Norte e Nordeste apresentaram resultados significativamente piores do que os das demais. Não por acaso as dez piores cidades do ranking são dessas regiões. Nenhuma capital do Norte recebeu avaliação com saldo favorável. Inversamente, todas as capitais do Sul e Sudeste registraram um ICV positivo. No Nordeste, apenas Aracaju, Salvador e Natal -12ª, 13ª e 14ª colocações, respectivamente- tiveram desempenhos positivos.

Para Blumenschein, um crescimento médio anual de só 0,6% na renda per capita nos últimos 25 anos aliado a investimentos insuficientes e mal alocados nas áreas públicas tornaram ruins as condições de vida dos brasileiros.

Blumenschein recomenda que outras variáveis -como avaliação de serviços de saúde, educação, transportes e cultura- sejam incorporadas nas pesquisas dos próximos anos.

O índice foi construído por meio dos dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), de 2002/2003, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), que costuma ser divulgada de cinco em cinco anos. A FGV estuda uma forma de tornar mais freqüente o monitoramento das condições de vida.


Cidade - Menu


 
Economia
 

1ª Edição
sábado
- Dono de carro vai pagar IPVA em janeiro com reajuste médio de 8% - DSP - FSP

Menu


 
- Dono de carro vai pagar IPVA em janeiro com reajuste médio de 8% -

sábado, 29 de outubro de 2005

Diário de S. Paulo

Dono de carro vai pagar IPVA em janeiro com reajuste médio de 8%

Maria Fernanda Blaser

As alíquotas do imposto não mudaram, mas os preços dos veículos subiram acima da inflação neste ano. Resultado: imposto vai aumentar

Os proprietários de veículos, motos e caminhões vão pagar em janeiro, 8% mais caro, em média, pelo Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). E a explicação é simples: mercado aquecido e o aço mais caro fizeram com que os veículos semi novos subissem de preço durante todo o ano. Isso significa que os carros se valorizaram e, portanto, o IPVA também aumenta. As alíquotas, que incidem sobre o valor venal dos veículos continuam as mesmas deste ano.

 

sábado, 29 de outubro de 2005

Folha de S. Paulo

IPVA/SP de 2006 sobe mais que a inflação

IMPOSTOS

Fazenda diz que carros usados pagarão, em média, 8% a mais; índice do custo de vida da Fipe deve ficar em 5%

MARCOS CÉZARI - DA REPORTAGEM LOCAL

Os valores do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) que serão pagos em 2006 pelos donos de veículos usados licenciados no Estado de São Paulo foram divulgados ontem pela Fazenda paulista.

Em média, o imposto aumentará 8% em relação ao valor pago neste ano, segundo Ademar Fogaça Pereira, diretor de arrecadação da Coordenação da Administração Tributária.

Como o aumento médio de 8% é nominal, em termos reais ele será menor, uma vez que a inflação deste ano deverá ficar em torno de 5%, segundo o IPC da Fipe, que mede a variação dos preços na cidade de São Paulo.

Pereira ressalta que o imposto poderá ser maior ou menor do que o deste ano, dependendo da variação do preço de cada veículo. De forma geral, ou carros nacionais seminovos -em média, com até três anos de uso- foram os mais valorizados, conforme a Folha antecipou em 16 deste mês.

Segundo Pereira, o maior motivo para a valorização daqueles modelos foi o aumento dos veículos novos neste ano (cerca de 20% até este mês), principalmente por causa do reajuste das chapas de aço (mais de 20%).

Os veículos bicombustíveis (ou flex, movidos a álcool e a gasolina) tiveram valorização maior (entre 14% e 16%, na média) devido à grande procura ocasionada pelo reajuste da gasolina.

As motos, especialmente as de maior cilindrada, subiram cerca de 14%. Os caminhões tiveram a maior valorização (cerca de 16%).

Os veículos mais antigos tiveram as maiores desvalorizações. Os importados também pagarão menos, na média, pois perderam valor devido à queda do dólar.

Para calcular o valor do IPVA a Fazenda pesquisa os preços no mercado em setembro. São pesquisadas publicações especializadas, listagens de concessionárias, classificados etc. Assim, o imposto toma por base os valores de mercado, segundo Henrique Shiguemi Nakagaki, coordenador da Administração Tributária.

O contribuinte pode saber o valor do IPVA no site da Fazenda (http://www3.fazenda.sp.gov.br/ipvanet). No caso dos veículos flex, é preciso indicar a opção "Gasolina/Outros" para o combustível, uma vez que a alíquota para esses carros é de 4%.

Sem mudanças

A Secretaria da Fazenda não alterou as regras para os contribuintes pagarem o imposto. Quem quitar o imposto à vista em janeiro terá desconto de 3,5%.

Em fevereiro o imposto também poderá pago de uma só vez, mas sem desconto. Outra opção é o parcelamento em três vezes iguais, de janeiro a março (ver quadro acima com os prazos).

Uma forma de amortizar parte do aumento do imposto é pagá-lo à vista, em janeiro, com o desconto de 3,5%. Essa forma é vantajosa em relação ao pagamento à vista, sem o desconto, em fevereiro.

É que os 3,5% equivalem a juros de 3,63% ao mês, taxa difícil de ser obtida em aplicações financeiras.

O contribuinte que optar pelo parcelamento deve pagar a primeira cota em janeiro. Se perder o prazo, perde o parcelamento.

Pagamento com atraso terá multa de 20% e juro. Este depende da data de pagamento: no próprio mês do vencimento a taxa é de 1%; nos meses subseqüentes será usada a Selic; no mês do pagamento aplica-se 1% outra vez. Quem comprar carro zero quilômetro em 2006 terá desconto de 3% se pagar o IPVA à vista -em até cinco dias úteis após a emissão da nota fiscal. Se perder o prazo, terá de pagar sem desconto.

Veículo isentos (os fabricados há mais de 20 anos, os pertencentes a sindicatos etc.) também precisam ser licenciados e pagar o seguro obrigatório. Sem isso, o veículo poderá ser apreendido em bloqueios e em caso de acidente.

Segundo Shiguemi, a arrecadação do IPVA de 2006 está prevista em R$ 4,8 bilhões (metade para o Estado e metade para o município onde o veículo está licenciado). Para este ano a receita deverá ficar em R$ 4,2 bilhões.

Esse aumento de 14,3% ocorrerá porque a Fazenda prevê que em 2006 a frota no Estado terá mais 600 mil veículos novos (que pagarão mais imposto), enquanto 300 mil deixarão de pagar imposto porque terão mais de 20 anos de fabricação (pagam pouco hoje).

Segundo a Secretaria da Fazenda, há 14,8 milhões de veículos terrestres registrados no Detran (Departamento Estadual de Trânsito) de São Paulo. Desse total, 9,8 milhões têm de pagar o imposto.

Esses 9,8 milhões de contribuintes receberão em casa, a partir de 5 de dezembro, um Aviso de Vencimento com seus dados, os dados do veículo, o código do Renavam, os valores do imposto (para todas as formas de pagamento) e do seguro obrigatório e as datas de vencimento. O aviso não poderá ser usado para o pagamento.

A Fazenda paulista deixará de cobrar imposto sobre embarcações e aeronaves. É que Supremo Tribunal Federal declarou inconstitucional a cobrança pelos Estados e pelo Distrito Federal.

Para a maioria dos ministros do STF, os Estados e o Distrito Federal só podem cobrar imposto sobre os veículos terrestres.


Economia - Menu


 
Política
 

1ª Edição
segunda-feira
- Serra corre contra o tempo - Jornal da Tarde
- Ranking social iguala Brasil a Congo e Sudão - Folha de S. Paulo

domingo
- Lula tem mais votos entre beneficiados por ação social - Folha de S. Paulo

Menu


 
- Serra corre contra o tempo -

segunda-feira, 31 de outubro de 2005

Jornal da Tarde

Serra corre contra o tempo

A pouco mais de dois meses do fim do ano, tucano quer aprovar na Câmara 15 projetos de seu interesse. Mas esbarra na falta de maioria entre os vereadores, que tem dificultado votações

Em nove meses de votações na Câmara Municipal, o prefeito José Serra PSDB viu aprovados 15 projetos enviados pelo Executivo. Agora, a dois meses do fim do ano, quer ver esse número dobrar, ou aumentar o máximo possível. A tarefa em si já é difícil, e torna-se mais espinhosa para um governo ainda sem maioria na Casa.

Talvez esse cenário conturbado explique a reação de Serra, na quinta, ao criticar a oposição pela demora na aprovação do projeto das organizações sociais (OSs). Fora dos holofotes, porém, o Executivo recorre ao próprio PT para emplacar suas propostas. Na segunda, o secretário do Governo, Aloysio Nunes Ferreira, e o líder do Governo na Câmara, José Aníbal PSDB, conversaram com líderes petistas, na busca de um acordo para a aprovação da lista de projetos de Serra.

"Vamos tentar negociação em bloco dos projetos, como fizemos no início do semestre. Não estou pessimista e acredito num entendimento bom para este fim de ano", disse Aníbal. Mas por que o governo, com a caneta nas mãos, aind