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A SPTrans

Nesta área você fica sabendo um pouco da história da SPTrans e também como o transporte coletivo da cidade de São Paulo funciona e o que é preciso para operar o sistema que movimenta 6 milhões de passageiros por dia útil. Além disso, tem acesso aos dados de todas as audiências públicas realizadas pela empresa.


Histórico

A cidade de São Paulo tem uma população de mais de 10 milhões de habitantes. Se somarmos seus 38 municípios vizinhos, chegaremos a quase 17 milhões de pessoas. Na região metropolitana, cerca de 55% das viagens motorizadas são feitas em transporte coletivo, num total de 6 milhões de passageiros transportados por dia útil.
Para atender a essa demanda, todas as linhas de ônibus são operadas por empresas privadas, sob a gestão da São Paulo Transporte S.A. - SPTrans. O sistema é operado por 16 consórcios, formados por empresas e cooperativas, responsáveis pela operação de 15 mil veículos em mais de 1.300 linhas.


Além dos coletivos sob a gestão da SPTrans, a cidade de São Paulo é servida pela Companhia do Metropolitano e pela CPTM, Companhia Paulista de Trens Metropolitanos, controladas pelo Governo Estadual, que transportam juntas cerca de 3,5 milhões de passageiros/dia.


Para ligar São Paulo às demais regiões da cidade, o sistema metropolitano de ônibus, sob responsabilidade da EMTU, também subordinado ao Governo Estadual, oferece uma extensa rede de linhas operadas por empresas privadas, um corredor intermunicipal em faixa segregada com linhas-tronco de ônibus a diesel e trólebus, além de um serviço rodoviário especial, que atende ao Aeroporto Internacional.


Conheça, agora, a história da SPTrans desde sua fundação, em 1995.


1995
Em 8 de março de 1995, a empresa que tem por finalidade a gestão do sistema de transporte da cidade recebe o nome de SPTrans - São Paulo Transporte S.A.
A partir do segundo semestre do ano, é adotada a coleta automática de dados operacionais do sistema de transporte urbano por ônibus, a Fiscalização Eletrônica.


1996
O Plano de Recuperação do Desempenho Operacional dos Corredores de Transporte Coletivo é implementado, resultando em obras nos corredores Vila Nova Cachoeirinha / Inajar de Souza / Rio Branco; Santo Amaro / 9 de Julho; Celso Garcia, Radial Leste e Anhaia Mello, bem como nos Terminais Vila Nova Cachoeirinha, na área norte; João Dias, na área sul; Bandeira e Parque Dom Pedro II, na área central da cidade; e nos Terminais Penha e Cidade Tiradentes, na zona Leste. Criado o Atende, serviço porta-a-porta oferecido pela Prefeitura às pessoas portadoras de deficiência física com alto grau de dependência, que não podem utilizar os meios de transportes comuns adaptados.


1997
Inauguração dos Terminais de Integração Princesa Isabel e Capelinha, o maior da América Latina em área coberta, com 2.710 m².


1998
Criação do Serviço Circular Central que facilita os deslocamentos da população para todas as regiões da cidade com o pagamento de uma única tarifa.
Início da construção da primeira linha do VLP - Veículo Leve sobre Pneus, uma modalidade de transporte de média capacidade.
Início da implantação da Cobrança Automática de Tarifa com a instalação de validadores eletrônicos nos ônibus urbanos.


1999
Em outubro, é aprovada a Lei nº 12.893, que prevê a regulamentação de 4.042 lotações para complementar o sistema de transporte coletivo por ônibus.


2000
Inauguração do Corredor Itapecerica com faixa segregada à esquerda, junto ao canteiro central e 11 paradas elevadas.


2001
Entram no sistema 1.617 carros zero quilômetro, entre ônibus, micro ônibus e mini ônibus.
Implantação da Operação Via Livre, com ações operacionais que priorizam o transporte coletivo na cidade.
Início dos testes do Bilhete Único Especial do Idoso.
Elaboração do novo regulamento do serviço Atende.
Início do processo de renovação da frota municipal.
Revisão do Projeto do VLP - Veículo Leve sobre Pneus e encaminhamento de novo estudo ao BNDES.
Aprovado na Câmara Municipal o Projeto de Lei para implantação do Novo Sistema de Transporte Coletivo em São Paulo.


2002
Entram no sistema 1.030 carros zero quilômetro, entre ônibus, micro ônibus e mini ônibus.
Aprovado o financiamento para implantação dos corredores Pirituba, São João e Guarapiranga, e da primeira e segunda etapas da Linha I do VLP.
Aprovados programas para bilhetagem eletrônica, modernização da rede de trólebus e desenvolvimento tecnológico.


2003
2.978 carros zero quilômetro, entre ônibus, micro ônibus e mini ônibus, começam a circular nos subsistemas local e estrutural.
Inaugurados o Corredor Pirituba-Lapa-Centro e os terminais Pirituba, Lapa, Parelheiros e Jardim Ângela e Amaral Gurgel. Esses terminais, mais o Santo Amaro, João Dias, Bandeira, Capelinha, Cidade Tiradentes passam a operar com o sistema inteligente.
Para aperfeiçoar o software do Bilhete Único são feitos testes com 500 usuários de Bilhete Único Vale-Transporte, Bilhete Único Escolar e Bilhete Único Comum.
Realizada a licitação e assinados os contratos com os consórcios e cooperativas que passam a operar no novo sistema.
Implantação da primeira etapa do Novo Sistema de Transporte Público do município, o Sistema Interligado.


2004
Implantação do Bilhete Único para estudantes e trabalhadores.
Construção de quatro corredores de ônibus com faixas exclusivas à esquerda: Jardim Ângela - Guarapiranga - Santo Amaro; Capelinha - Ibirapuera - Santa Cruz; Parelheiros - Rio Bonito - Santo Amaro; e Campo Limpo - Rebouças - Centro e de cinco novos terminais (Grajaú, Guarapiranga, Jardim Britânia, Parelheiros e Varginha).
Reforma de três outros corredores: Inajar - Rio Branco - Centro; Santo Amaro - Nove de Julho - Centro; e Itapecerica - João Dias - Centro.


2005
Reabertas de forma permanente as inscrições para o serviço Atende. Até 2005, os períodos de cadastramento eram limitados. Implantados, também, nove postos de atendimento, além do aumento de cem carros na frota.


2006
Implantada a integração do Bilhete Único com o sistema metroferroviário. Com um desconto na tarifa, o usuário passou a poder fazer três viagens no sistema sobre pneus e mais um embarque no sistema sobre trilhos.
Inaugurados dois terminais na zona Leste da cidade: São Miguel e Sapopemba / Teotônio Vilela.
Assinado o Termo de Referência para a renovação da frota da cidade. No documento, consta que até 2008, todos os ônibus devem ter, no máximo, dez anos de uso.


2007
Inaugurado o eixo sudeste do corredor Expresso Tiradentes, que liga o centro da cidade, no Terminal Mercado ao Terminal Sacomã. Junto com o corredor e os terminais, foram entregues as estações Metrô Pedro II, Ana Néri, Clube Atlético Ypiranga e Grito.


2008
Ampliação do horário de utilização cartão Bilhete Único Comum para 3 horas, em até 4 viagens.
Implantação do Olho Vivo - Sistema de Monitoramento do Transporte.
Implantação do Bilhete Único Amigão, válido aos domingos e feriados, que permite fazer até 4 viagens em 8 horas.
Implantação do Binário Pedro de Toledo / Borges Lagoa.
Ampliação do Corredor Vereador José Diniz, entre a Av. Vicente Rao e a Rua Fraternidade (2 km).


2009
Início de operação da estação Alberto Lion, do trecho 1, 2 e 3 do Expresso Tiradentes.
Inaugurado o trecho 3 do corredor Expresso Tiradentes, que liga o centro da cidade, do Terminal Mercado e o bairro do Sacomã do Terminal Sacomã à Vila Prudente.
Inauguração do Terminal Campo Limpo


2010
Testes com combustíveis e tecnologias verdes nos ônibus da capital paulista:
Biodiesel de cana-de-açúcar - combustível de fonte renovável. Em testes em duas linhas municipais para análise comprobatória de sua viabilidade e eficiência.
Teste com Ônibus Híbrido - a tecnologia compõe dois motores, um a diesel e outro elétrico. A medida ajuda na economia do diesel e na redução de poluentes.
Etanol - o projeto é pioneiro no Brasil e começou com 50 veículo do sistema de transporte municipal.


2011
Testes com 20% de biodiesel - B20:
O B20 é a mistura de 20% de biodiesel adicionado ao diesel utilizado atualmente. Mais uma medida para reduzir a emissão de material particulado.


2013
Prioridade na circulação do Transporte Coletivo.
Criação de faixas exclusivas em todas as regiões. Mais detalhes acesse.
Implantação do Bilhete Único Mensal.